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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Interessantes e Curiosas


 

http://www.soniahirsch.com/

Conhecem? Claro. Quem nunca viu um filtro desse tipo no Brasil?

Pois é ele que encabeça a lista de filtros de água eficientes neste site americano chamado MetaEfficient, autodefinido como  Guia das Coisas Altamente Eficientes

Feito de barro cozido, ou terracota, filtra a água lentamente por gravidade, através de suas velas de cerâmica, enquanto mantém a água fresca. O autor do artigo diz que esse filtro remove 95% de cloro, pesticidas, ferro, alumínio e chumbo, e 99% de criptosporídeos, giárdia e sedimentos. Melhor se for revestido por dentro com prata coloidal, que o mantém livre de pragas.

O filtro da foto é o brasileiro Stéfani,, disponível nas melhores casas do ramo e também na amazon.com . Chiquérrimo.

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Há mais de 2 mil anos, o galho de uma importante árvore foi cortado sob ordens de Ashoka, o Grande, imperador da Índia.

Diz-se que foi embaixo dessa mesma árvore que Buda alcançou a iluminação - Ashoka deu status de realeza ao galho e o plantou em um vaso de ouro.

Essa história, baseada no poema épico Maja-vansha ("A grande linhagem", em tradução livre), fala da espécie de figueira que os cientistas chamam de Ficus religiosa.

Mas ela não é a única que existe. Há mais de 750 tipos de figueira - e nenhuma outra planta influenciou tanto a imaginação no transcorrer da história.

Raízes aéreas

A maioria das espécies da Ficus enterra suas raízes abaixo da superfície, mas algumas preferem mostrá-las ao público.

Um exemplo são as figueiras estranguladoras, plantas extraordinárias que crescem a partir de sementes soltas por aves e outros animais no topo das árvores.

Em seguida, elas lançam suas raízes aéreas, que vão se tornando cada vez mais grossas até cobrirem a árvore que lhes serviu como anfitriã.

Algumas vezes, elas se tornam uma espécie de parasita, chegando a um tamanho tão grande que chegam a matar a árvore que invadiram.


Dois países têm as figueiras estranguladoras em seu brasão.

Um deles é a Indonésia, onde a árvore simboliza a unidade dentro da diversidade - suas raízes despontando para fora representam as inúmeras ilhas que compõem a nação.

O outro é Barbados, que deve seu nome à imagem que o explorador português Pedro a Campos viu quando seu barco chegou à ilha, em 1536.

A embarcação passou por muitas figueiras estranguladoras que cresciam ao longo da costa, do tipo chamado Ficus citrifolia.

Era uma massa de raízes marrons e avermelhadas saindo dos galhos das árvores, como grandes mechas de pelos emaranhados - e foi por isso que Campos chamou a ilha de Barbados.

Testemunha da história

Mas as figueiras estranguladoras já haviam conquistado a mente humana havia muito tempo.

Budistas, hindus e jainistas têm venerado essa árvore por mais de dois milênios.


Ela também aparece nos hinos de guerra cantados pela civilização védica há 3,5 mil anos. E, 1,,5 mil anos antes, apareceu na mitologia e na arte da civilização do Vale do Indo.

Estão presentes ainda em histórias de ficção, folclore e ritos de fertilidade.

A mais notória é a figueira-de-bengala (Ficus benghalensis), uma árvore tão grande que de longe parece um pequeno bosque.

Dizem que uma figueira-de-bengala do Estado de Uttar Pradesh, na Índia, é imortal. Outra, mais ao sul, teria florescido no lugar onde uma mulher desesperada se jogou na pira funerária do marido, morrendo queimada - essa árvore, em Andhra Pradesh, pode abrigar 20 mil pessoas.

Alimento indispensável

Os primeiros europeus a desfrutarem da sombra de uma figueira-de-bengala foi Alexandre, o Grande e seus soldados, que chegaram à Índia em 326 a.C.

As histórias dessa árvore logo chegaram ao filósofo grego Teofrasto, o fundador da botânica moderna.

Teofrasto estava estudando a figueira comestível, Ficus carica, e notou pequenos insetos que entravam e saíam dos figos.


Mais de 2 mil anos se passaram até que os cientistas se deram conta de que cada espécie de figo tem seus próprias vespas polinizadoras.

Cada espécie de vespa de figueira só pode colocar seus ovos nas flores de seus figos correspondentes, uma relação que começou há mais de 80 milhões de anos e mudou o mundo.

As espécies da árvore devem produzir figos durante o ano inteiro para garantir que suas vespas polinizadoras sobrevivam, o que é uma ótima notícia para os animais que comem a fruta, já que eles teriam dificuldade para encontrar comida em todo o período.

Dessa forma, os figos sustentam mais animais do que qualquer outro tipo de fruta.

Há mais de 1,2 mil espécies que comem figos, incluindo um décimo de todas as aves do mundo, quase todos os morcegos que se alimentam de frutas e dezenas de tipos de primatas.

Por isso, ecologistas acreditam que, se essa fruta desaparecesse, todo o resto entraria em colapso.

Acredita-se ainda que presença de figos maduros durante todo o ano teria ajudado a sustentar nossos primeiros antepassados.

Além disso, o alimento estaria relacionado ao desenvolvimento de cérebros maiores nos nossos antecessores.
Há até uma teoria sugerindo que as nossas mãos evoluíram como ferramentas para avaliar quais figos são mais macios e, portanto, doces e ricos em energia.

Domesticadas

As espécies de figueira estavam entre as primeiras plantas domesticadas, há vários milhares de anos.
Os egípcios antigos dominaram uma espécie chamada Ficus sycomorus, cujas vespas polinizadoras estavam extintas ou nunca haviam chegado ali, o que os impedia de produzir figos maduros.
Mas graças à sorte ou à engenharia, os agricultores desenvolveram um método para enganar a árvore e amadurecer seus figos: tirar um pedaço delas com uma faca.
Em pouco tempo, os figos viraram a base da agricultura egípcia - eles até treinaram macacos para subir nas árvores e cortá-las.
Os faraós levavam figos secos às suas tumbas para alimentar suas almas durante a viagem à outra vida. Além disso, acreditavam que a deusa Hathor surgiria de uma figueira mítica para dar as boas-vindas ao paraíso.
O rei Nabucodonosor 2º plantou várias Ficus carica nos jardins suspensos da Babilônia. O rei Salomão, de Israel, homenageou-as com músicas. Os gregos e romanos antigos diziam que os figos eram um presente dos céus.

Sua atração talvez se deva a outra característica crucial. Além de ser doce e saborosa, a fruta contém fibras, vitaminas e minerais.

Um exemplo famoso do poder dos figos é descrito na Bíblia.

Ezequiel, rei de Judá, estava à beira da morte com uma praga de furúnculos, mas conseguiu se recuperar depois que suas servas aplicaram uma espécie de pomada feita com figos picados na sua pele.

Medicamentos desenvolvidos durante milênios utilizaram não apenas o fruto, mas também sua casca, folhas, raízes e o látex que desprende dela.

Ruínas escondidas

As figueiras não apenas ajudaram civilizações, mas também testemunharam seu declínio e até ajudaram a ocultar suas ruínas.

As grandes cidades da civilização do Vale do Indo se multiplicaram entre 3300 e 1500 a.C. e desapareceram até 1827, quando um desertor da Companhia das Índias Orientais chamado Charles Masson as encontrou.

Na época, árvores estranguladoras gigantescas dominavam a paisagem - as ruínas saíam de misteriosos montes delas.

O colapso dessa civilização se deve a uma prolongada seca, o mesmo que aconteceu nas pirâmides maias de Tikal, na Guatemala.

Na ilha de Krakatoa, na Indonésia, a vida foi extinta em 1883, logo após a erupção de um vulcão. Os figos foram excelentes veículos para estimular a formação de áreas arborizadas novamente.

Com base nisso, os cientistas estão replicando esse efeito nos trópicos, plantando figueiras para acelerar a regeneração da floresta tropical em áreas que perderam árvores devido ao desmatamento.

Arma contra mudanças climáticas

A capacidade de regenerar a vegetação não é o único elemento que permite às figueiras ajudar no combate às mudanças climáticas.

No noroeste da Índia, as pessoas estimulam as raízes a cruzarem os rios, formando pontes naturais para serem usadas nas temporadas de chuvas, que frequentemente deixam vários mortos.

Na Etiópia, as árvores ajudam os agricultores a cultivar durante a seca, proporcionado sombra vital às plantações e abrigo para as cabras, algo que também poderia ser aplicado em outros lugares com condições extremas.

A longa história de 80 milhões de anos das figueiras é uma lembrança de que somos os últimos a povoar a Terra. E de que, sem dúvidas, nosso futuro estará mais seguro se incluirmos essas árvores nos nossos planos.

Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Earth.

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http://evento21.com/
Mulheres de 40 anos com aparência de adolescentes, outras dão à luz aos 65 e maioria das pessoas vive mais de 110 anos. Conheça os Hunza, o povo que "não envelhece".
O vale do rio Hunza, na fronteira com a Índia e o Paquistão, é chamado de "oásis de juventude", e não é em vão: os habitantes da região vivem até 110-120 anos, quase nunca ficam doentes e possuem uma aparência muito jovem.

O povo de Hunza destaca-se em muitos aspectos entre as nações vizinhas tanto que fisicamente lembram os europeus e falam sua própria língua-o burushaski- que é diferente de qualquer outra no mundo, e professam um Islão especial, o ismaelita, informa o site Marketium.
No entanto, o mais surpreendente desta pequena nação situado entre as serras da região é a sua notável capacidade de manter sua juventude e saúde: os hunza banham-se em água gelada, mesmo a 15 graus abaixo de zero, jogam jogos desportivos, inclusive após os 100 anos, mulheres 40 anos parecem adolescentes e de 65 dão à luz. No verão, comem frutas e vegetais crus; no inverno, damascos secos, brotos de feijão e queijo de ovelha.
O médico escocês Robert McCarrison, que foi o primeiro a descrever o 'Vale Feliz', enfatizou que os Hunza consomem quase nenhuma proteína. Um dia, em média, comem 1.933 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidratos.
De acordo com as conclusões de McCarrison, precisamente a dieta é o principal fator da longevidade desta nação. Por exemplo, as nações vizinhas, que vivem nas mesmas condições climáticas, mas não comem adequadamente, sofrem de uma variedade de doenças e têm uma expectativa de vida 2 vezes mais curta.
Outro especialista, R. Bircher, destacou os seguintes benefícios do padrão alimentar dessa nação incrível: é vegetariano, tem uma grande quantidade de alimentos crus, frutas e vegetais predominam na dieta, os produtos são totalmente naturais e têm períodos regulares de jejum.
Sobre o segredo de sua longevidade, o povo de Hunza recomendam manter uma dieta vegetariana, trabalhar e estar em constante movimento. Entre outros benefícios desta forma de vida, figuram a alegria incluem - os hunza sempre estão de bom humor - e controle dos nervos, não conhecem o stress.
Vale de Hunza com riacho vindo das montanhas geladas.
Povo do Vale de Hunza
Este povo está situado nas montanhas do Himalaia no extremo norte da Índia, onde se juntam os territórios de Caxemira, Índia e Paquistão. São apenas 30 mil habitantes em um vale paradisíaco com 2500 mil metros de altitude, nas montanhas do Kush Hindu.
Vale de Hunza com as montanhas geladas e o córrego proveniente das geleiras.
A região onde vive os Hunza é chamada de “Oasis da Juventude”. Seus habitantes amigáveis e hospitaleiros quase nunca ficam doentes, eles aparentam serem muito mais jovens do que realmente são e lá processo de envelhecimento parece caminhar mais lento. Inclusive pessoas com 100 anos disputam partidas a céu aberto. Não é raro os anciões atingirem os 130 anos e alguns deles os 145 anos, segundo Chrisitan H Godefroy autor do livro ”Os Segredos de Saúde dos Hunzas”.

Foi um médico escocês, Mac Carrisson que descobriu esse povo e com ele conviveu por 7 anos. Primeiramente constatou que os Hunzas eram dotados de uma saúde excepcional. Parece que eram imunizados contra as doenças modernas principalmente o câncer e o infarto do miocárdio e que não conheciam a palavra, doença. De fato, eles estão resguardados da artrite, varizes, obstipação intestinal, úlceras gástricas, apendicites e o mais surpreendente é que as crianças não apresentam caxumba, sarampo ou varicela e a mortalidade infantil é muito baixa. Não é raro ver os Hunzas de 90 anos procriarem e as mulheres com mais de 80 anos passarem por mulheres ocidentais com 40 anos, isto se estiverem em plena forma.
O Dr. Mac Carrisson referiu ter encontrado mulheres Hunza “com mais de 80 anos que executavam, sem a menor aparência de fadiga, trabalhos físicos extremamente árduos durante horas. Vivendo nas montanhas, elas são obrigadas a subir desníveis consideráveis para realizar as suas tarefas quotidianas. Além disso, mesmo em idade avançada as mulheres Hunza permanecem esbeltas e têm um porte de rainha, caminhando com agilidade e elegância. Elas não conhecem a existência da palavra dieta e ainda menos a da obesidade. A celulite também não tem qualquer significado para elas. Os homens são igualmente surpreendentes devido à resistência e vigor, apesar da idade”.
Segundo o livro acima citado, a regra de base da alimentação desse povo é a frugalidade: “Uma frugalidade que não seria excessivo qualificar de extrema.
Os Hunza só tomam duas refeições por dia. A primeira refeição é ao meio-dia. Ora como os Hunza se levantam todas as manhãs por volta das cinco horas, isto pode surpreender-nos, a nós que estamos habituados a tomar almoços copiosos, embora a nossa vida seja essencialmente sedentária. Os Hunza conseguem realizar os seus trabalhos árduos de agricultura durante toda a manhã com o estômago vazio”.

É interessante comentar que a atividade física ou exercício feito em jejum proporciona os maiores efeitos de indução enzimática das enzimas antioxidantes, SODCu-Zn citoplasmática e a SODMn mitocondrial, entretanto devemos salientar que o aumento da capacidade antioxidante não proporciona longevidade de 110- 120 anos.
Já a frugalidade, com uma restrição calórica de 30% é a única maneira provada na literatura médica de bom nível de aumentar a expectativa de vida de mamíferos.

Ainda de acordo com o livro de Godefroy, “Os Hunza alimentam-se principalmente de cereais, incluindo a cevada, o milho miúdo, o trigo mourisco e o trigo candial (novo). Consomem igualmente, com regularidade, frutas e legumes que, de um modo geral, comem frescos e crus ou cozidos apenas muito ligeiramente.
Entre os seus frutos e legumes prediletos, contam-se a batata, as ervilhas, o feijão, a cenoura, o nabo, a abóbora, o espinafre, a alface, a maçã, a pêra, o pêssego, abricó (apricot), as cerejas e as amoras. O caroço do abricó é particularmente apreciado e sempre presente na mesa dos Hunza. Eles consomem a amêndoa do caroço do abricó ao natural ou extraem-lhe o óleo através de um processo transmitido de geração em geração.
O leite e o queijo são para os Hunzas uma importante fonte de proteínas animais. Quanto à carne, não é completamente banida da mesa, mas só é consumida em ocasiões raras, por exemplo, em casamentos ou em festas, e mesmo aí as porções são extremamente reduzidas. A carne é cortada em pequenos bocados e cozida muito lentamente. É rara a carne de vaca e a de carneiro, já que a de criação é mais acessível. Mas o que é mais importante reter é que, sem serem totalmente vegetarianos, os Hunzas, em grande parte devido a razões exteriores, não concedem lugar à carne no seu menu quotidiano”.
O iogurte ocupa, tal como os legumes, um lugar importante na alimentação. Não foram somente os Hunza que compreenderam as propriedades do iogurte. Os Búlgaros, que são grandes adeptos do iogurte, contam na sua população mais de 1666 nonagenários por milhão de habitantes. No ocidente, temos apenas nove nonagenários por milhão de habitantes. A diferença, que é considerável, dá o que pensar e incentiva certamente o consumo de iogurtes. Entretanto, nonagenários com doenças é muito diferente do que estamos tratando aqui.
“As nozes, as amêndoas, as avelãs e os frutos ocupam um lugar importante no menu Hunza. Acompanhados de frutas ou de verduras, por exemplo, na salada, constitui para eles uma refeição completa. Não se pode falar devidamente da alimentação do povo Hunza sem fazer referência a um alimento que é a sua base, ou seja, um pão especial chamado chapatti. Os Hunzas comem este pão em todas as refeições. Os especialistas acreditam que o consumo regular deste pão especial tem influência no fato de um Hunza de 90 anos ainda conseguir fecundar uma mulher, o que, no Ocidente, não passaria de uma fantástica proeza. O chapatti contém realmente todos os elementos essenciais, pois na sua composição entram a farinha de trigo integral, incluindo o gérmen da semente e as farinhas de cevada, de trigo mourisco (sarraceno) e de milho miúdo”
No livro de Godefroy encontramos a receita deste pão, alimento indispensável na mesa deste povo. “As quantidades que indicamos dão para dez doses. A preparação não é muito demorada, exigindo menos de uma hora. Em primeiro lugar, obtenha grãos de moagem recente. Uma mistura de 250 gramas de trigo candial (novo) e de trigo sarraceno dá excelentes resultados nas seguintes proporções: 1/3 de trigo candial e 2/3 de trigo sarraceno, ou seja, no caso que apresentamos, cerca de 80 gramas de trigo candial e 170 gramas de trigo sarraceno, meia colher das de café de sal grosso e 100 gramas de água. Comece por misturar o sal com a farinha. Acrescente lentamente a água, misturando bem para obter uma mistura homogênea, sem grumos. Logo que acabe de colocar toda a água, trabalhe a massa sobre uma superfície enfarinhada, até ela deixar de se colar aos dedos. Embrulhe-a num pano húmido e deixe-a em repouso durante meia hora.
Em seguida faça bolas de cerca de 4 cm de diâmetro e calque-as de modo a formar uma espécie de bolachas muito finas. Coze-las em fogo brando, sobre grelha fina ligeiramente untada. Vire-as a meio da cozedura. O chapatti pode ser servido de diversas maneiras, com queijo, compotas, mel...”
“É importante ressaltar que para o povo Hunza não existe a aposentadoria, as pessoas mesmo com idade avançada, além do respeito com que são tratadas continuam as suas actividades com alegria e disposição. Os idosos são alvo de uma grande admiração por parte dos jovens. Em vez de interromperem bruscamente as suas actividades, eles optam por modificar gradualmente a natureza das mesmas, o que, de resto, não os dispensa sequer das actividades físicas às quais se entregam até uma idade avançada”, segundo o livro referência.
Infelizmente o autor não lança nenhuma hipótese para o que está acontecendo em Hunza, excepto o nobre convite para nós ocidentais imitarmos o quanto possível a alimentação e o estilo de vida deste povo. Como já ressaltamos dieta ou estilo de vida não explica a grande longevidade sem doenças encontradas nestas regiões, entretanto, esses preceitos são de enorme importância para uma vida com saúde.

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Camilla Costa - @_camillacosta
Da BBC Brasil em São Paulo
Se você já bebeu um suco de ubajaí, degustou um araçá-piranga ou já provou uma cereja-do-rio-grande, parabéns. É um dos felizardos que conhece estas frutas raras da Mata Atlântica, com efeitos tão positivos para a saúde que cientistas brasileiros apostam nelas como candidatas a novas "superfrutas" da moda.
Pesquisas feitas em parceria pela Unicamp e pela USP, determinaram que cinco espécies nativas do Brasil são ricas em antioxidantes e têm alta eficiência anti-inflamatória no organismo - comparável à de estrelas do mercado de alimentos saudáveis, como o açaí e as frutas vermelhas tradicionais (morango, mirtilo, amora e framboesa).


Mas para conseguir estudar o araçá-piranga (E. leitonii), a cereja-do-rio-grande (E. involucrata), a grumixama (E. brasiliensis), o ubajaí (E. myrcianthes) e o bacupari-mirim (Garcinia brasiliensis), os pesquisadores precisaram da ajuda de "colecionadores de frutas" do interior de São Paulo, já que elas são tão pouco conhecidas e consumidas que, em alguns casos, estão ameaçadas de extinção.
Um deles é o "frutólogo" Helton Josué Muniz, que cultiva quase 1,4 mil espécies de frutas raras e exóticas em sua fazenda em Campina do Monte Alegre, à oeste da capital paulista.
"Queríamos trabalhar com frutas nativas e foi uma dificuldade encontrar onde elas estavam plantadas", disse à BBC Brasil Severino Matiasde Alencar, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Escola Superior de Agricultura (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), um dos autores do estudo.
"Hoje, o mercado para este tipo de superalimentos é o que mais cresce no mundo, principalmente o americano. E os pesquisadores de lá ficam assustados quando veem que a gente tem uma grande biodiversidade de frutas que poderíamos apresentar ao mundo e ainda não apresentamos."
Uma análise das folhas, das sementes e dos frutos destas cinco espécies - que ocorrem em toda a Mata Atlântica, mas têm sido mais encontradas no Sudeste e no Sul - mostrou que elas podem ser consideradas "alimentos funcionais", também conhecidos como superalimentos.
Além de altos teores de substâncias antioxidantes, elas também possuem ação anti-inflamatória no organismo.
"Os alimentos funcionais são aqueles que, além da função nutritiva, podem ajudar a prevenir doenças crônicas, como problemas do coração, diabetes e câncer", disse à BBC Brasil Pedro Rosalen, da Faculdade de Odontologia da Unicamp em Piracicaba, também autor do estudo.
Estudos sobre as espécies, financiados pela Fapesp, já foram publicados nas revistas científicas Plos One e Journal of Functional Foods.

'Novo açaí'

O principal objetivo da pesquisa com novas frutas, segundo Rosalen, era encontrar "novos açaís" - frutas nativas e altamente nutritivas que pudessem trazer resultados científicos e econômicos para o Brasil.
"Nosso alvo eram as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias por que esta é uma grande necessidade da indústria farmacêutica. No futuro, queremos isolar e identificar as moléculas ativas que fazem parte dessas frutas, que podem se tornar medicamentos importantes", afirma.
Substâncias antioxidantes inibem a formação de radicais livres - moléculas reativas de oxigênio que são geradas naturalmente pelo organismo ou estimuladas por fatores externos, num processo que causa envelhecimento e morte celular.
Ao longo do tempo, o bombardeio de radicais livres em algumas estruturas orgânicas pode contribuir para doenças como câncer, e artrite. O corpo humano produz antioxidantes naturais, mas não o suficiente para neutralizar completamente o processo.
A ação dos radicais livres também está relacionada com inflamações no organismo - daí a importância de substâncias que também atuem como anti-inflamatórios, explica Rosalen.
"Quando há uma inflamação, o corpo libera uma série de sinalizadores que atraem as células brancas do sangue para fazer a defesa. Mas geralmente essa migração é exacerbada e aumenta o processo inflamatório, produzindo mais destruição."
"Descobrimos que as substâncias químicas presentes nas frutas impedem que uma quantidade exagerada de células de defesa cheguem ao local da inflamação. Por conta disso, temos um processo mais controlado. Não é que o corpo se defende menos, mas se defende na medida certa", diz.
De acordo com os pesquisadores, a ação das frutas - se consumidas frequentemente - pode retardar os processos inflamatórios que causam doenças como diabetes, arteriosclerose e mal de Alzheimer, por exemplo.

'Berries' brasileiras

Segundo Alencar e Rosalen, a grumixama e a cereja-do-rio-grande, frutas pequenas e vermelhas, se destacam em relação às demais nas propriedades antioxidantes.
"Elas são como berries (como algumas frutas silvestres vermelhas são chamadas em inglês) brasileiras. São fusões da cereja com a amora. Doces, mas com um teor de ácido ideal. São minhas preferidas", diz Severino Alencar.
A cor vermelha ou arroxeada das frutas, explica, é dada por um grupo de compostos, as antocianinas, cuja presença normalmente indica a eficiência no combate aos radicais livres.
Já o araçá-piranga - amarelado e mais ácido que os demais - tem o maior potencial anti-inflamatório, de acordo com Pedro Rosalen. "Ele reduziu a migração de células de defesa em 62%, um índice muito alto para uma fruta."
As cinco espécies estudadas são consideradas raras atualmente, e o araçá-piranga é considerado ameaçado de extinção. Há outras 14 em estudo pela equipe coordenada pelos pesquisadores.
"Poucas das frutas que consumimos hoje são nativas do Brasil: abacaxi, maracujá, caju e goiaba. E a Mata Atlântica já está no limiar do seu equilíbrio ecológico. É urgente estudarmos as frutas deste e de outros biomas", justifica Alencar.
Agora, a equipe de cientistas quer expandir o cultivo das cinco frutas entre pequenos agricultores e, com mais ambição, para o agronegócio. Para isso,pretendem se dedicar ao melhoramento genético das espécies.
"Compramos maçãs iguaizinhas umas às outras porque em determinado momento foi feita a domesticação da fruta. Isso é necessário para que, no futuro, elas sejam produzidas com qualidade e em quantidade."

Procura

Para aumentar o número de produtores das novas superfrutas, os cientistas acreditam que a parceria com o Sítio Frutas Raras, do colecionador Helton Muniz, e com outro sítio no interior de São Paulo, é essencial.
"Depois que apresentamos as pesquisas, várias pessoas já nos ligaram perguntando onde podem encontrar essas frutas para consumir. Elas ainda têm um mercado muito pequeno, a ciência tem que mostrar que elas têm um diferencial", diz Alencar.
Muniz, cujo trabalho já foi mostrado em reportagem da BBC Brasil, conta que a paixão por frutas exóticas se transformou em hobby, ganha-pão e até fisioterapia - ele nasceu com um distúrbio neuromotor que dificulta seus movimentos.
No sítio, ele cultiva 1.390 espécies, cujas mudas vende para os interessados. O objetivo, segundo ele, é espalhar pelo Brasil moderno as frutas esquecidas pela história da culinária nacional.
"As pessoas até podem ter no quintal, mas não sabem que são frutas comestíveis. Na vida cotidiana, a pessoa pisa em cima da fruta e acha que é veneno. A fruta para elas fica na prateleira do supermercado", disse à BBC Brasil.
Desde os primeiros resultados de Alencar e Rosalen, o "frutólogo" diz que vem aumentando a procura por informações sobre as espécies por e-mail e pelas redes sociais - Muniz responde pessoalmente a todas as mensagens na página do sítio no Facebook.
Ele diz usá-las frequentemente em sucos, geleias, bolos e até bebidas fermentadas caseiras. Mas tem dificuldade de apostar naquela que pode cair no gosto da população como o novo açaí.
"É uma cilada me perguntar qual a minha preferida, porque gosto de todas. Acho que a grumixama é minha favorita. Mas eu também aprecio muito o araçá-piranga, que as pessoas desprezam, porque tem sabor forte. Mas dá para fazer um sorvete delicioso."
O que os cientistas da USP e da Unicamp acabam de descobrir, no entanto, Muniz afirma que já sabia.
"Pelo tipo de fruta já dá para saber se ela é boa ou não. A pesquisa preenche as formalidades do ser humano. É para comprovar isto ou aquilo. Mas pela própria cor da fruta já dá para saber se ela tem antioxidante, se é boa para a saúde. A gente vai aprendendo com o tempo."
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Muitos e muitos anos atrás, na antiga colônia grega de Cirene, havia uma erva chamada silphium. Não parecia nada especial para quem a olhasse, mas sua seiva, além de perfumada e saborosa, tinha utilidades práticas. E silphium por vezes valia mais que ouro no mercado.
Passaríamos páginas aqui descrevendo seus usos. Seu caule era comestível, bem como suas raízes, normalmente servidas como um petisco marinado em vinagre. Cozida junto com lentilhas, a erva atuava como conservante. E criadores de carneiros e ovelhas obtinham carne mais macia se alimentassem seus animais com silphium.

Mais? Suas flores amarelas eram matéria-prima para perfumes, ao passo que a seiva, depois de desidratada, podia ser ralada para dar tempero a pratos como flamingo grelhado, por exemplo. O condimento, conhecido como "laser", era fundamental na alta cozinha do Império Romano.

A erva tinha ainda aplicações médicas e era usada para uma série de condições, de hemorroidas a mordidas de cães.
Por fim, silphium era útil no quarto: além de afrodisíaco, a erva pode ter sido um dos primeiros métodos anticoncepcionais por seu potencial de "purgar o útero". Há historiadores que dizem que o formato de coração de suas raízes pode ser uma das origens de nossa associação do romance com o símbolo.
E os romanos amavam tanto a silphium que faziam referência a erva em poemas e canções, eternizando-a também em sua literatura. Por séculos, soberanos detinham o monopólio sobre a planta. Isso fez de Cirene, localizada onde hoje fica a cidade líbia de Shahhat, um dos lugares mais ricos da África. A erva era representada até no dinheiro usada pelos locais.
O famoso imperador romano Júlio César gostava tanto do silphium que chegou a armazenar mais de 680 kg da erva no Tesouro Romano.
No entanto, a planta hoje não existe mais e apenas algumas imagens estilizadas e relatos de naturalistas permanecem. Sendo assim, a verdadeira identidade da erva favorita dos romanos é um mistério. Para alguns historiadores, a planta foi extinta, mas outros especialistas acham que ela ainda pode existir no Mediterrâneo como uma variação.
Como isso aconteceu? E podemos trazer a erva de volta?
Reza a lenda que a silphium foi descoberta depois de uma imensa tempestade na costa leste da Líbia, há mais de 2,5 mil anos. A partir dali, a erva teria se espalhado pela região, crescendo de forma abundante em colinas e planícies.
Isso pode soar estranho, já que o norte da África não é muito conhecido por seu potencial agrário. Mas a região de que estamos falando, conhecida na antiguidade como Cirenaica, marcada por verdejantes planaltos, é conhecida pela abundância de água. Algumas partes hoje recebem 85 cm de água por ano, um índice de pluviosidade parecido com o do Reino Unido.
A região foi originalmente colonizada pelos gregos e anexada pelos romanos por volta de 96 a.C. - algumas décadas depois, Cirene foi dada por Atenas a Roma. Quase imediatamente, os estoques de silphium começaram a diminuir em um ritmo alarmante. Apenas 100 anos mais tarde, a erva tinha desaparecido - Plínio, um dos mais conhecidos historiadores romanos, escreveu que mudas da erva eram sumariamente extraídas e enviadas de presente ao imperador Nero por volta dos anos 56 a 84 d.C..
O grande problema é que a planta é o que se pode chamar de temperamental: só crescia em Cirenaica e ocupava uma área total de 201 km de comprimento por 40 km de largura. Por mais avançadas que fossem para a época, as civilizações grega e romana não conseguiram reproduzir a silphium em outras regiões.
Em vez disso, a erva era colhida em sua forma silvestre, e embora houvesse controle rigoroso da extração, havia um próspero mercado negro para o produto. A seiva ressecada, por exemplo, era vendida por traficantes nas ruas a preços exorbitantes. E não raramente os fregueses levavam "gato por lebre", adquirindo sem saber a "assa-fétida", um tempero popular na Índia e conhecido pelo seu odor sulfuroso - e que os romanos acabaram considerando um substituto razoável para a silphium.
Traficantes também "malhavam" a erva, misturando-a a mostarda e outras plantas como o zimbro - mais conhecido hoje por seu papel na preparação do gin.
Mas porque o silphium não podia ser cultivado? Mesmo um dos mais conhecidos botânicos da antiguidade, Teofrasto, não conseguiu explicar a razão. Não adiantou sua amizade com Aristóteles - que além de filósofo é o pai da Biologia. Mas Teofrasto ao menos observou algo relevante: as plantas tendiam a crescer melhor em terras escavadas um ano antes.
Há várias razões que podem explicar isso. "Normalmente, o problema é relacionado às sementes", diz Monique Simmonds, vice-diretora de Ciências de Kew Gardens, o principal jardim botânico do Reino Unido.
Ela cita como exemplo as papoulas. Uma única planta pode produzir até 60 mil sementes, mas elas precisam ser expostas à luz para germinar. Sem isso, apenas ficarão na terra até que sejam comidas ou apodreçam. Sendo assim, papoulas vingam em solos "perturbados", em que a luz pode invadir fendas no solo.
Mas há outras explicações - e o melhor lugar para procurar pistas talvez seja outra planta que desafia fazendeiros: o mirtilo tipo huckleberry. Nos Estados Unidos, centenas de milhares de pessoas anualmente invadem os parques nacionais com cestas em punho em busca de uma fruta cobiçadíssima ao redor do mundo - e nem possíveis encontros com ursos desanimam a turma.
As frutas avermelhadas - ao contrário do mirtilo azul mais comum - fazem parte de geleias, molhos, tortas, sorvetes, drinques alcoólicos e até curries. E, todos os anos, a demanda é superior à oferta, pois não há uma única fazenda de huckleberries na América do Norte.
Colonizadores europeus bem que tentaram trazer a fruta, mas falharam. Esforços sérios mais recentes de cultivo tiveram início em 1906, mas os mirtilos ainda resistem à produção controlada - onde foram cultivados, não deram fruto.
O huckleberry é nativo de encostas de montanhas e florestas norte-americanas. As frutas crescem em arbustos e tem raízes "espalhadas" pelo solo. A falta de um enraizamento mais centralizado faz com que os mirtilos sejam especialmente difíceis de transplantar. Fazendeiros durante anos cometeram o erro de confundir o caule subterrâneo da planta com as raízes.
Tentar replantá-las desse jeito era o mesmo que esperar que folhas germinassem.
Só que nem mesmo os avanços tecnológicos da botânica conseguiram subjugar os huckleberries. E o mais curioso é que não parece haver grandes segredos em seu crescimento. A resposta está no habitat, segundo especialistas. "As plantas em uma determinada área têm grande impacto na química do solo", explica Simmonds.
A agricultura inevitavelmente afeta o equilíbrio entre elementos químicos no solo, como o magnésio, e isso resulta no fato de que algumas plantas jamais "pegarão" em terras cultivadas. Hoje, o único método conhecido de cultivar esses mirtilos é desmatar uma região e deixar as plantas em paz.
Para Kenneth Parejko, biólogo da Universidade de Wisconsin (EUA) que estudou o "enigma do silphium", plantas silvestres são particularmente sensíveis a essas alterações. "No norte dos EUA, há muitas flores silvestres que crescem nas pradarias, mas que não sobrevivem se tentarmos plantá-las no jardim."
Talvez os gregos estivessem a par disso. Há registros de tentativas de cultivo da erva na Europa, mas o diagnóstico foi que a planta carecia de um determinado "humor" para germinar - a teoria humoral associava temperamentos com fluidos corporais e foi o principal corpo de explicação racional da medicina até o século 17.
Há outra possibilidade: o silphium era um híbrido. O cruzamento de espécies é conhecido em diversos ramos da biologia. Um camelo macho com uma lhama fêmea, por exemplo, resultam nos "camas", filhotes com o potencial de produção de lã da mãe e a força do pai. No mundo das plantas há os morangos de jardim, cruzamento das variedades norte-americanas e chilenas - as frutas resultantes são maiores e mais suculentas.
E o que dizer do milho, o mais conhecido híbrido da agricultura e cuja produção anual supera 360 bilhões de metros cúbicos? Mas enquanto a primeira geração dessas uniões pode ser altamente desejável, seus "filhos" e "netos" frequentemente não estão no mesmo nível. Híbridos de segunda geração são extremamente imprevisíveis por causa de desequilíbrio genéticos - imaginem um animal com o temperamento da lhama e a capacidade de produção de lã de um camelo, por exemplo.
Em plantas selvagens, porém, isso não é um problema. O cruzamento precisa acontecer apenas uma vez e, a partir daí, as plantas não crescem de sementes, mas através de reprodução assexuada pelo avanço das raízes. Um exemplo está nos cemitérios do Oriente Médio, em que um tipo de íris cresce em túmulos muçulmanos milhares de anos depois do primeiro cruzamento em algum deserto - isso apesar das plantas serem estéreis.
Se o silphium era realmente um cruzamento e os gregos tentaram cultivá-lo com sementes, o resultado provavelmente seria difícil de reconhecer. Curiosamente, isso se encaixa com relatos sobre a presença da erva em mercados de regiões como o norte do Irã e a Síria, ainda que em uma variação bem menos valiosa que a de Cirene. Sabemos que mercadores podem ter vendido gato por lebre, mas talvez estejamos falando de algum tipo de descendente do silphium.
Mas o grande problema era a cobiça. Plínio escreveu que senhorios romanos eram obrigados a cercar pastagens com a presença do silphium para evitar que servissem de alimentos para ovelhas. Mas houve rebeliões em que pastores em busca da valorização de seu estoque - lembremos que as ovelhas alimentadas com a erva tinham carne mais cara - derrubavam as cercas.
Sendo assim, o silphium estava sendo atacado por todos os lados. Extraído e pastado à exaustão. E pode ter sido minado também por sua própria biologia. Embora os gregos tivessem regras rigorosas sobre o quanto da raiz pudesse ser extraído - o que poderia assegurar algum tipo de regeneração -, traficantes podem ter ignorado as determinações. "Se você levar a raiz, precisa de uma planta que cresça bem da semente", diz Simmonds.
A história do silphium é familiar da maneira mais triste. Nos dias de hoje, ervas medicinais fazem parte de uma indústria bilionária, mas muitas estão ameaçadas pelo extrativismo, o crescimento urbano desordenado e o aquecimento global. Apenas na África do Sul, por exemplo, 82 tipos de ervas estão na lista de espécies ameaçadas e pelo menos outras duas desapareceram.
Uma esperança no caso do silphium é que poucos estudos sobre diversidade vegetal foram feitos até hoje. É possível que algumas plantas possam ter escapado dos gregos e romanos. "A erva pode ainda estar lá, porque a Líbia não é um país fácil de mapear", explica Simmonds.
O problema aqui é que ninguém sabe realmente como a planta é, com explica Erika Rowan, historiadora da Universidade de Exeter, no Reino Unido. "Sementes de plantas como coentro e aneto já foram encontradas em sítios arqueológicos, mas ninguém até hoje encontrou silphium", diz Rowan.
Teofrasto descreveu a planta como possuidora de raízes escuras e cobertas por uma casca negra. Elas seriam compridas, do tamanho da distância entre a ponta do dedo médio e o cotovelo, o que os romanos conheciam como cúbito. O botânico dizia ainda que a planta tinha um caule oco e folhas douradas, parecidas com as do aipo.
Moedas antigas mostram a planta florida e, segundo Simmonds, ela pareceria bastante visível e facilmente percebida. Teofrasto, inclusive, comparou a erva a outra espécie, a Magydaris pastinacea, natural da Síria e das encostas do Monte Parnasos, próximo à cidade grega de Delfos. Ele definiu ambas como "arbustos sem coluna" e relacionados ao funcho.
Cientistas mais modernos acreditam que o grego podia estar certo. Eles agora acreditam que, assim como a assa-fétida, o silphium pode ter pertencido a um grupo de plantas relacionadas ao funcho, conhecido como Férula. Na verdade, são parentes da cenoura e crescem de forma selvagem no norte da África e no Mediterrâneo. Duas dessas plantas, ambas variações de funcho-gigante, ainda existem na Líbia hoje. E uma delas pode ser silphium.
Mas Rowan já avisa que, mesmo que a erva não esteja extinta, ela possivelmente não terá um revival - pelo menos no Ocidente. "Há uma série de temperos romanos, como o levístico (um parente do salsão), que eram obrigatórios à mesa em priscas eras, mas que agora são desconhecidos e praticamente impossíveis de adquirir".
E vale lembrar que a cozinha romana não era em nada parecida com a comida italiana que conhecemos. Era baseada em contrastes entre sabores doces, salgados e azedos - pense, por exemplo, em melões com molho de tripas de peixe. "Se algo era comestível, os romanos comiam."
A lista inclui, por exemplo, papagaio assado com alho-porró e uma redução de mosto de uvas - e pitadas de silphium.
É possível que jamais saibamos a verdadeira identidade da erva, mas podemos aprender com seu declínio. O último censo em Cirene mostra que muitas espécies estão desaparecendo, que a terra arável está perdendo espaço para o deserto e que a pastagem está fora de controle. O Império Romano há muito se foi, mas parece que estamos cometendo os mesmos erros.
Leia a versão original dessa reportagem (em inglês) no site BBC Future
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Peter Wohlleben: autor de best-seller diz à RFI que

Por Danielle Legras
http://br.rfi.fr/

“A vida secreta das árvores: O que elas sentem e como se comunicam”, best-seller alemão traduzido em 32 línguas, tem estimulado a imaginação de milhares de leitores ao descrever com graça e precisão aspectos desconhecidos da comunidade das árvores. Segundo o autor do livro, o guarda florestal alemão Peter Wohlleben, elas se comunicam, possuem um comportamento solidário e tem personalidade própria.

Inicialmente publicado em 2016, “A vida secreta das árvores” tornou-se rapidamente um best-seller da lista Spiegel (do jornal alemão Der Spiegel), com quase um milhão de exemplares vendidos. É incontestável que a floresta, enquanto entidade viva e misteriosa, desempenha um papel importante no imaginário germânico desde o romantismo alemão - que defendia um reencantamento do mundo e considerava a natureza como a esfera ideal para a introspecção - até as diversas fábulas publicadas pelos irmãos Grimm. Quanto ao público francês que possui suas próprias especificidades, o encantamento com o livro tem sido similar, “A vida secreta das árvores” faz parte da lista dos ensaios mais vendidos, desde sua publicação no mês de março.

O sucesso, estrondoso e inesperado, impressionou até mesmo o jornal americano Washington Post, que garante aos seus leitores que um passeio na floresta não será o mesmo depois da leitura do livro. No Brasil ele foi publicado pela editora Pergaminho

O grande mérito de “A vida secreta das árvores” é sua abordagem antropomórfica, cujo objetivo é de mostrar aos leigos a engenhosa organização das florestas (há muito tempo conhecida dos biólogos).

Segundo Peter Wohlleben, as árvores não são destinadas simplesmente a produzir madeira e oxigênio. Elas comunicam entre si (enviando sinais elétricos através de uma rede subterrânea de fungos), possuem sensibilidade, sentimentos e memória. Através de um sistema de troca de nutrientes, elas cuidam não só de seus familiares como também dos seus vizinhos doentes, velhos ou órfãos.

“Se você cortar uma árvore que esteja ao lado de outra árvore, a que não foi cortada morrerá dentro dos próximos anos. É como um velho casal, aquela que fica reage como se não houvesse mais sentido de continuar vivendo”, ressalta.

Wood-Wide Web

Um dos capítulos do livro conta que existe um entrelaçado de raízes abaixo da superfície da floresta, que funciona como uma rede de comunicação extremamente sofisticada, conhecida como a “internet da floresta”. São quilômetros de filamentos que ligam as árvores entre si, permitindo a troca de informações, de nutrientes e de conexões químicas.

Quando uma árvore é atacada por insetos, ela sente dor e lança sinais elétricos que se espalham, preparando suas vizinhas a um ataque iminente. Transmissões de informações dessa natureza podem ser enviadas em diferentes velocidades. Alguns sinais elétricos são enviados em um centímetro por segundo – o que é rápido para uma árvore – mas às vezes não é veloz o suficiente. Nesse caso, emitem substâncias químicas no ar e essas informações serão levadas mais rapidamente pelo vento.

Peter Wohlleben constata que nós nos limitamos ao que é visível, mas isso é apenas a “ponta do iceberg”, já que elas são seres complexos munidos, inclusive, de emoções. “Nós não podemos medir a intensidade das emoções, mas podemos verificá-las cientificamente”.

O guarda florestal comenta um outro aspecto surpreendente referente à personalidade das árvores: “Às vezes pensamos nas espécies como se elas fossem idênticas, só que elas têm temperamentos diferentes.”

O autor explica que existem árvores mais temerosas que vão perder suas folhas mais cedo com o intuito de se proteger contra os perigos das primeiras neves - quando os galhos podem quebrar mais facilmente se ainda tiverem folhas.

Quanto à memória que os cientistas atribuem às arvores, Peter Wohlleben afirma que elas realmente podem mudar de comportamento ao longo de sua existência. Ele cita um exemplo relativo à onda de calor excessiva que a Europa viveu em 2003. “O calor e a seca foram tão traumáticos para as árvores que elas mudaram a maneira de gerenciar o consumo de água nos anos seguintes” conclui.


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Plantas conversam, flores constroem elaboradas armadilhas e algumas espécies conseguem inclusive retornar do reino dos mortos. Você não acredita? Veja o que o botânico italiano Stefano Mancuso tem a dizer.
http://www.brasil247.com/
 As plantas demonstram possuir inteligência e sensibilidade.
 As plantas demonstram possuir inteligência e sensibilidade.
Vídeo: TED – Ideas Worth Spreading
Tradução: Eduardo Schenberg. Revisão: Cláudia Solano 
Plantas demonstram ter comportamento inteligente numa grande variedade de modos e situações: lutando contra predadores, maximizando as oportunidades de nutrição, adaptando-se como nenhum outro ser vivo ao meio ambiente. Mas podemos afirmar que elas possuem formas próprias de inteligência? O botânico italiano Stefano Mancuso conseguiu obter intrigantes evidências dessa realidade.

Stefano Mancuso é o fundador de uma nova disciplina, a neurobiologia das plantas, que explora os sinais que evidenciam a comunicação em todos os níveis da organização biológica dos vegetais, desde a genética até as questões moleculares, desde as células até as comunidades ecológicas.
O botânico italiano Stefano Mancuso, em seu laboratório de Florença.
O botânico italiano Stefano Mancuso, em seu laboratório de Florença.
Stefano Mancuso, afirma e prova com suas experiências que as plantas são capazes de desempenhar modalidades incrivelmente sofisticadas e dinâmicas de comunicação e de consciência.
A partir de seu laboratório nos arredores de Florença ( http://www.linv.org/ ), Mancuso e sua equipe exploram como as plantas se comunicam enviando “sinais” umas às outras, como usam um complexo sistema de análises internas para encontrar nutrientes, para se reproduzir e até para se defender contra predadores. Os resultados obtidos pelos estudos de Mancuso estão continuamente transformando nossa visão das plantas de simples organismos a complexas estruturas de comunidades ecológicas capazes de adquirir, processar e – incrivelmente – transmitir importantes informações.
Vídeo: Palestra de Stefano Mancuso no TED
Tradução integral da palestra de Stefano Mancuso:
As vezes folheio revistas muito antigas. Encontrei este teste de observação sobre a história da arca de Noé. E o artista que desenhou isso cometeu erros, tem alguns enganos. Algo em torno de 12 erros. Alguns são muito simples. Há uma chaminé, uma parte aérea, uma lâmpada e um mecanismo de corda na arca. Alguns erros são sobre os animais, o número deles. Mas há um erro muito mais fundamental na história toda da arca que não aparece aqui. E o problema é: onde estão as plantas? Então agora temos Deus que irá submergir a Terra permanentemente, ou pelo menos por um período bem longo, e ninguém está cuidando das plantas. Noé tinha que levar dois exemplares de cada tipo de pássaro, de cada tipo de animal, de cada tipo de criatura que se move, mas não há qualquer menção sobre plantas. Por que? Em outra parte da mesma história, todas as criaturas vivas são apenas aquelas que saíram da arca - pássaros, gado e animais selvagens. Plantas não são criaturas vivas. Este é o ponto. Este é um argumento que não saiu da Bíblia, mas é algo que sempre acompanhou a humanidade.
Vamos ver este belo código presente em um livro da Renascença. Aqui temos a descrição da ordem da natureza. É bacana por que começa da esquerda  - temos as pedras - imediatamente depois as pedras, as plantas que são apenas capazes de viver. Depois os animais, que vivem mas também sentem, e, no topo da pirâmide, temos o homem. Mas este não é o homem comum. É o “homo estudiosus” - o homem estudioso. Isto é bem reconfortante para pessoas como eu - sou um professor – e isto deveria estar encerrado ali, no topo da criação. Mas é algo completamente errado. Vocês conhecem muito bem os professores... Mas também está errado quanto as plantas, por que as plantas não são capazes apenas de viver; elas são capazes de sentir. São muito mais sofisticadas do que os animais em matéria de saber perceber as coisas. Apenas para dar um exemplo, todo ápice de raiz é capaz de detectar e monitorar simultânea e continuamente pelo menos 15 parâmetros químicos e físicos. E também são capazes de realizar comportamentos maravilhosos e complexos que podem ser descritos apenas com o termo inteligência. Bem, mas isto é algo - esta subestimação das plantas - é algo que sempre esteve conosco.
A Dioneae, planta carnívora, capaz de capturar insetos que em seguida digere e absorve.
A Dioneae, planta carnívora, capaz de capturar insetos que em seguida digere e absorve.
Vamos ver este pequeno filme agora. Com David Attenborough. Ele é realmente um amante das plantas. Fez alguns dos mais belos filmes sobre comportamento das plantas. Quando ele fala sobre plantas, tudo está em correto. Quando fala de animais, ele tende a esquecer o fato de que plantas existem. “A baleia azul, a maior criatura que existe no planeta.” Isto está errado, totalmente errado. A baleia azul é uma anã se comparada com a maior criatura de verdade que existe no planeta - que é, essa maravilhosa, magnífica Sequoiadendron giganteum, uma sequoia gigante). E isto é um organismo vivo que pesa pelo menos 2 mil toneladas. 
A história de que plantas são organismos pouco desenvolvidos foi formalizada muito tempo atrás por Aristóteles, que em “De Anima” - um livro muito influente para a civilização ocidental - escreveu que as plantas estão no limiar entre o vivo e o não vivo. São apenas um tipo bem baixo de alma, que se chama alma vegetativa, porque não se movem, e então não precisam sentir. Vejamos.
Uma sequoia gigante norte-americana, o maior ser vivo do mundo.
Uma sequoia gigante norte-americana, o maior ser vivo do mundo.
Ok, alguns movimentos das plantas são bem conhecidos. Este é um movimento rápido. Esta é a Dionaea, uma vênus pega-moscas caçando lesmas. Pobre lesma. Isto foi negado por séculos, apesar da evidência. Ninguém podia dizer que uma planta poderia comer um animal, porque seria contra a ordem da natureza. Mas plantas também são capazes de realizar muitos movimentos. Alguns são bem conhecidos, como o florescimento. É apenas uma questão de usar algumas técnicas como acelerar vídeos. Alguns são muito mais sofisticados. Veja este jovem feijão que se move para captar luz o tempo todo. E é tão gracioso. É como um anjo dançarino. Elas também são capazes de brincar. Estão realmente brincando. Estes são pequenos girassóis, e o que estão fazendo não pode ser descrito com nenhum outro termo além de brincadeira. Eles estão realmente treinando, como muitos pequenos animais o fazem, para a vida adulta, quando serão capazes de rastrear o sol o dia todo. Elas são capazes de responder à gravidade, claro, então os brotos estão crescendo contra o vetor de gravidade e as raízes crescem a favor do vetor de gravidade. 
Mas as plantas também são capazes de dormir. Esta é uma Mimosa pudica (Dormideira). Durante a noite, elas dobram e fecham as folhas e reduzem o movimento, e durante o dia abrem as folhas - há muito mais movimento. Isto é interessante porque, esta maquinaria do sono, é perfeitamente conservada. É a mesma nas plantas, em insetos e em animais. E então se você precisa estudar este problema do sono, é mais fácil estudar em plantas, por exemplo, do que em animais, e é mais condizente com a ética. É um tipo de experimento vegetariano.
Os girassóis são algumas das muitas plantas que se movimentam para acompanhar o movimento do Sol e assim desfrutar de um maior número de horas de incidência direta da luz.
Os girassóis são algumas das muitas plantas que se movimentam para acompanhar o movimento do Sol e assim desfrutar de um maior número de horas de incidência direta da luz.
Plantas também são capazes de se comunicar. São comunicadoras extraordinárias. Se comunicam com outras plantas. Podem distinguir as que são semelhantes ou não. Elas se comunicam com plantas de outras espécies, e também com animais produzindo voláteis químicos, por exemplo, durante a polinização. Polinização é um assunto muito sério para as plantas, porque move o pólen de uma flor para outra, entretanto, elas não podem mover este pólen entre suas próprias flores. Então precisam de um vetor, e este vetor normalmente é um animal. Muitos insetos foram usados pelas plantas como vetores para o transporte de pólen, mas não apenas insetos; até pássaros, répteis, e mamíferos como ratos e morcegos são normalmente usados para transportar pólen. É um negócio sério. As plantas fornecem aos animais um tipo de substância doce - muito energética - ganhando em troca o transporte de pólen. Mas algumas plantas estão manipulando animais, como no caso das orquídeas que prometem sexo e néctar e não dão nada em troca pelo transporte de pólen.
Pesquisadores defendem agora que as plantas são seres sociais que, como muitas espécies de animais, preferem viver em grupo.
Pesquisadores defendem agora que as plantas são seres sociais que, como muitas espécies de animais, preferem viver em grupo.
 Mas há um grande problema por trás de todo este comportamento que vimos. Como é possível fazer isso sem cérebro? Tivemos de esperar até 1880, quando um grande homem, Charles Darwin, publicou este maravilhoso, incrível livro que começou uma revolução. O título é “O Poder do Movimento em Plantas”. Ninguém tinha falado de movimento em plantas antes de Charles Darwin. Neste livro, escrito em colaboração com seu filho, Francis - que foi o primeiro professor de fisiologia das plantas no mundo, em Cambridge - eles levaram em consideração cada movimento por 500 páginas. E no último parágrafo do livro, como uma marca estilística, porque normalmente Darwin reservava, no último parágrafo de um livro, a mensagem mais importante. Ele escreveu que, “Não é exagero dizer que a ponta da radícula atua como um cérebro de um dos animais mais primitivos.” Isso não é uma metáfora. Ele escreveu cartas muito interessantes a um amigo que era presidente da Royal Society na época, portanto  a autoridade científica máxima na Inglaterra, falando sobre o cérebro de plantas.
Então, esta é a ponta de uma radícula crescendo em uma rampa. Você pode reconhecer este tipo de movimento, o mesmo movimento que minhocas, cobras e qualquer animal que se mova pelo chão, sem pernas, é capaz de realizar. E não é um movimento simples, porque para realizá-lo, você precisa mover diferentes partes e regiões da raiz e sincronizá-las sem ter um cérebro. Então nós estudamos a ponta da radícula, e encontramos esta região específica que está aqui, representada em azul - vamos chamá-la de zona de transição. E esta região, é bem pequena. Menor que um milímetro. Nessa pequena região acontece a maior taxa de consumo de oxigênio nas plantas, e mais importante, você tem este tipo de sinal aqui. Os sinais que vocês estão vendo são potenciais de ação, os mesmos sinais que os neurônios do meu cérebro, do nosso cérebro, usam para trocar informações. Agora sabemos que o ápice da radícula contém apenas algumas centenas de células que possuem este tipo de característica, mas sabemos quão grande é a quantidade de radículas numa planta, como um centeio por exemplo. Temos praticamente 14 milhões de radículas. Temos 11,5 milhões de ápices de radículas e um comprimento total de 600 quilômetros ou mais e uma área enorme de superfície.
A sensitiva é uma planta que reage ao toque, fechando suas folhas.
A sensitiva é uma planta que reage ao toque, fechando suas folhas.
Agora vamos imaginar que cada ápice de radícula esteja trabalhando em rede com os demais. Temos, à esquerda, a internet e à direita, o aparato da raiz. Trabalham da mesma maneira. São uma rede de pequenas máquinas computacionais, trabalhando em rede. E por que são tão similares? Porque evoluíram pela mesma razão: sobreviver à predação. Trabalham do mesmo modo. Então você pode remover 90% das raízes e as plantas ainda continuam a trabalhar. Você pode remover 90% da internet e ela continua a trabalhar. Então, uma sugestão para as pessoas trabalhando com redes: plantas são capazes de dar boas sugestões sobre como desenvolver e evoluir redes.
E outra possibilidade é tecnológica. Imaginem que podemos construir robôs inspirados por plantas. Até agora, o homem foi inspirado apenas por ele mesmo e outros animais para fazer robôs. Nós temos os animaloides - os robôs típicos inspirado em animais, os insetoides etc. Temos os androides que são inspirados no homem. Por que não ter um plantoide? Se você quer voar, é bom olhar para os pássaros, se inspirar nos pássaros. Mas se você quer explorar solos, ou se quer colonizar novos territórios, a melhor coisa que pode fazer é se inspirar em plantas que são mestras em fazer isso. Temos ainda outra possibilidade que estamos trabalhando em nosso laboratório, que é construir híbridos. É muito mais fácil construir híbridos. Híbrido significa algo metade ser vivo metade máquina. É muito mais fácil trabalhar com plantas do que com animais. Elas têm capacidade computacional. Têm sinais elétricos. A conexão com a máquina é muito mais simples, e mais eticamente possível. E estas são três possibilidades que estamos trabalhando atualmente para construir híbridos, movidos por algas ou pelas folhas, ou pela parte mais poderosa das plantas, as raízes.
Bem, obrigado pela atenção. E antes de terminar, gostaria de assegurar que nenhuma lesma foi machucada pra fazer esta apresentação. Obrigado.
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http://hypescience.com/
Como nossos parentes vivos mais próximos, não é surpreendente que os macacos apresentem um ou dois comportamentos em comum conosco, seres humanos. Obviamente, quando se trata de nossos corpos, somos extremamente semelhante e também claramente distintos.
Enquanto nós ainda estamos um pouco longe da realidade mostrada no filme “O Planeta dos Macacos”, os exemplos a seguir mostram que essa pode não ser uma ideia tão louca no final das contas. Confira 10 atividade totalmente humanas que os macacos também conseguem desempenhar.

10. Cozinhar

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Kanzi é um macaco bonobo de 31 anos que vive na reserva “Great Ape Trust”, na cidade de Des Moines, Iowa, Estados Unidos. E ele pode fazer muito mais do que utilizar ferramentas para conseguir comida: ele sabe pode usá-las para cozinhar alimentos. Kanzi gosta de comer marshmallows assados, bem como fazer hambúrgueres em uma frigideira. Claro, ele não faz a sua própria frigideira, churrasqueira, e espátula. Mas você também não. E ele sabe utilizá-las muito bem.

Kanzi também acende seu próprio fogo. Ele dá uma procurada ao seu redor por gravetos secos e recolhe a madeira antes de riscar um fósforo e começar a cozinhar. Isso mesmo, ele usa fósforos. Os cientistas da reserva contam que ensinaram Kanzi após ele mesmo pedir, depois de assistir a um filme sobre homens das cavernas descobrindo o fogo.
Dizem que ele é surpreendentemente bom no que faz: risca o fósforo rapidamente e ainda toma cuidado para não se queimar. O macaco costuma ficar atrás da fogueira para manter a chama acesa, jogando lenha quando necessário.

9. Usar dinheiro

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Graças a cientistas em Connecticut, Estados Unidoss, sete macacos aprenderam o conceito básico de dinheiro. A equipe passou alguns meses ensinando-os como trocar suas fichas por uvas, maçãs ou gelatina. Eventualmente, os macacos receberam 12 moedas para gastarem como quisessem.

Mas este não é apenas mais um caso de macacos realizando alguma ação sabendo que serão recompensados com alimentos. Uma vez que os cientistas foram capazes de estabelecer quais produtos eram os mais procurados, eles introduziram flutuações no seu preço, e os macacos mudaram seus hábitos de consumo.
Originalmente, um macaco poderia, por exemplo, comprar um cacho de uvas ou um cubo de gelatina com uma ficha. Mais tarde, eles passaram a poder usar aquela mesma ficha para obter um cacho de uvas ou dois cubos de gelatina. Quando os macacos perceberam isso, eles começaram a gastar mais do seu dinheiro em gelatina.
Os macacos sabiam que tinham uma quantidade limitada de dinheiro e deveriam gastá-la. Os pesquisadores notaram que, na maioria das vezes, os macacos escolhiam comprar o alimento mais barato, dando-lhes, assim, mais poder de compra.

8. Prostituir-se

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Quando começaram o experimento, os pesquisadores do Hospital Yale-New Haven, provavelmente, nunca haviam imaginado que os macacos gastariam o dinheiro em algo que não estava no cardápio. Logo depois, eles aprenderam a roubar. Pior ainda, um dos macacos pegou uma das moedas roubadas e a deu a uma fêmea em troca de sexo.

A macaca prostituta, então, utilizou a ficha com a qual foi paga para comprar uma uva. Apesar de não ter sido planejado, essa cena mostrou que os macacos realmente tinham entendido que as fichas possuíam valor. Embora a prostituição tenha ajudado na pesquisa, os cientistas tomaram algumas medidas para evitar que esse tipo de comportamento ocorresse novamente.

7. Apostar em jogos de azar

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A experiência de Connecticut está começando a parecer muito menos com ciência e muito mais com uma noitada em Las Vegas. Desta vez, os cientistas decidiram não usar as fichas e trocá-las por uvas. Eles prepararam dois jogos quase idênticos, com uma diferença chave: um foi feito para parecer positivo e o outro, negativo.
No primeiro jogo, o macaco que se aproximasse da mesa ganharia uma uva. A moeda foi jogada para cima e, se o macaco vencesse, ele poderia pegar outra uva. Se ele perdesse, ainda poderia manter a primeira uva. Na segunda situação de jogo, cada macaco começou com duas uvas. Se ele ganhasse, manteria ambas as frutas, mas se perdesse, só poderia continua com uma das uvas.
Assim, o resultado final era exatamente o mesmo: se eles vencessem, os macacos sairiam com duas uvas, se perdessem, ficariam apenas com uma fruta. Apesar dos resultados serem os mesmos, os pesquisadores descobriram que os macacos preferiram o jogo em que eles ganhavam uma uva em vez de perder uma das duas que eles já tinham.
Em outro experimento envolvendo macacos rhesus, os pesquisadores apresentaram duas luzes diferentes. A simples ação de olhar para uma delas garantia ao macaco uma certa quantidade de suco. A outra luz era uma aposta: se o macaco a mirasse, poderia acabar com mais ou menos suco do que o garantido na primeira luz.
Mesmo após a manipulação do experimento pelos cientistas para que luz que era uma incógnita desse menos suco, eles descobriram que os macacos preferiam apostar. Eles raciocinaram assim como muitos de nós, seres humanos: a emoção de ganhar compensa a perda real do suco. No final das contas, os macacos gostam da emoção de correr riscos. Os investigadores esperam que essa descoberta forneça informações sobre como o cérebro de viciados em jogos de azar funcionam.

6. Balançar a cabeça

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Bonobos são ótimos macacos, assim como chimpanzés, gorilas, orangotangos e humanos. Tendo em vista que eles compartilham mais de 98% do nosso DNA, muitos cientistas consideram os bonobos nossos parentes vivos mais próximos. Nossas semelhanças se estendem para além das aparências – os bonobos são conhecidos por usarem uma ampla gama de linguagem corporal e vocal para se comunicar.

Um dos exemplos mais interessantes é que os bonobos, por vezes, balançam a cabeça para o lado para demonstrar desaprovação – assim como sua mãe. Darwin acreditava que nós adotamos este comportamento quando crianças. Ao serem amamentados, os bebês levantam a cabeça e, quando não querem mais serem alimentados, eles balançam a cabeça para o lado. Este comportamento fica conosco até nossa idade adulta e é por isso que nós associamos o aceno para cima e para baixo como uma reação positiva e o balançando para os lados como algo negativo. Embora posta em dúvida por alguns cientistas, esta teoria pode explicar por que os bonobos aparentemente compartilham esse mesmo comportamento conosco.

5. Usar ferramentas

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Um dos mais importantes marcos para a evolução humana foi o uso de ferramentas. Nos últimos anos, o processo de pensamento semelhante ao dos humanos daquela época foi observado em macacos. Muitos foram vistos usando ferramentas para uma grande variedade de atividades, até mesmo na natureza selvagem. Por exemplo, o macaco-prego ganhou muita atenção dos cientistas recentemente depois de ter sido visto usando pedras para cavar buracos e abrir frutas.
Enquanto isso, os chimpanzés têm sido observados arrancando ramos de árvores, retirando as folhas e enfiando-os em buracos para capturar cupins. Eles até utilizam gravetos diferentes para tarefas distintas. Ao tentar “pescar” formigas, os chimpanzés utilizam uma vara mais longa e mais forte. Dessa forma, o macaco consegue ficar mais longe do formigueiro e evita ser mordido. Isso é significativo porque também mostra que os chimpanzés entendem que certas ferramentas são mais adequadas para determinadas tarefas.
Ainda é importante notar que eles costumam selecionar os ramos de arbustos ou de árvores para os auxiliarem, em vez de apenas utilizar aqueles que encontram pelo chão. Esta habilidade básica demonstra a racionalidade de “meio e fim” dos animais.

4. Transmitir cultura

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A transmissão – ou aprendizado – cultural é a forma como a sociedade espalha novas informações entre seus semelhantes. Durante anos, pensava-se que os seres humanos eram os únicos animais com cultura, mas agora se sabe que isso não é verdade. O comportamento aprendido pode ser transmitido de um animal para o resto do seu grupo e mudar completamente a maneira como o grupo funciona.

Nenhuma história ilustra isso melhor do que a de Imo. Imo foi uma macaca japonesa nos idos dos anos 1950 que se tornou famosa entre os psicólogos em todo o mundo pelas inovações e pela influência que o animal levou ao seu grupo. Ela e seus semelhantes viviam em uma pequena ilha chamada Koshima, no Japão, onde eram alimentados com grãos e batata doce por pesquisadores.
Apesar do fato de que macacos tendem a se afastar da água, Imo levava as batatas que os macacos recebiam para comer para o mar e as lavava para tirar a areia que às vezes ficava na casca do tubérculo. Esse comportamento não só deixava as batatas mais limpas, como também a água salgada trazia-lhes um sabor melhor. Depois de um tempo, praticamente todos os macacos do seu grupo passaram a lavar suas batatas antes de comê-las.
Conforme o tempo passava, os macacos começaram a ir cada vez mais fundo na água, perdendo gradativamente o medo do mar – e muitos até mesmo começaram a se jogar e a nadar nele. Imo, então, veio com outra ideia revolucionária: ela passou a levar também os grãos com os quais eram alimentados e a jogá-los na água. Os grãos flutuam e a areia e a sujeira em geral afundavam, o que tornou muito mais fácil a separação dos grãos de areia.

3. Aprender linguagem de sinais

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Os macacos são os primeiros animais que podem comunicar mensagens relativamente complexas uns com os outros, e, mais importante, conosco, seres humanos, também. Embora haja um considerável número de macacos que foram ensinados a utilizar a linguagem de sinais, o melhor exemplo é o de Koko, um projeto em andamento.

Koko, a gorila, começou a aprender a língua de sinais quando tinha apenas um ano de idade, e desde então aprendeu a se comunicar por meio de quase mil sinais, bem como a entender aproximadamente duas mil palavras em inglês. Ela consegue entender o inglês falado e responde usando os sinais.
Alguns pesquisadores permanecem céticos quanto às habilidades de Koko, alegando que ela não entende o idioma, apenas os sinais, a fim de ser recompensada. No entanto, os cientistas por trás do projeto discordam, e exemplificam com uma situação real. Quando tinha um ano, Koko pediu um gatinho de Natal. No início, ela ganhou um gato de brinquedo, mas ela o odiava. Então, eventualmente, ela foi autorizada a escolher um gato real para ter como animal de estimação. Quando o gato foi atropelado e morto por um carro, Koko usou suas habilidades de língua de sinais para transmitir quão triste e chateada ela estava.

2. Usar computadores

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“Apps for Apes” (um trocadilho com os termos em inglês para aplicativo, “app”, e macaco, “ape”) é um programa da organização holandesa “Orangutan Outreach” que usa iPads para ajudar a manter os orangotangos estimulados intelectualmente. Os orangotangos são extremamente inteligentes, e esses iPads tem sido usados para o “enriquecimento mental” dos animais, para evitar que os macacos fiquem entediados ou até mesmo desenvolvam depressão.

Quando o iPad foi lançado, em 2010, o pesquisador Richard Zimmerman pensou que a novidade tecnológica seria ideal para os orangotangos brincarem. Atualmente, os macacos amam os tablets, principalmente os jogos infantis, mas eles também gostam de assistir a alguns documentários sobre a natureza.
O pessoal que trabalha diretamente com os orangotandos até tiveram que regular o uso dos iPads para eles, uma vez que os macacos apresentavam o comportamento de socar e quebrar as telas quando ficam frustrados com o mau desempenho nos jogos infantis (isso te traz alguma lembrança de sua infância e os videogames pioneiros?).


Alguns macacos foram treinados para participar de um jogo em que tinham que adivinhar a densidade de um objeto na tela e escolher entre “muito” ou “pouco denso”. Um palpite correto resultava no ganho de um agrado, mas uma resposta incorreta significava que os macacos deveriam esperar mais alguns momentos para a pergunta seguinte – e os macacos odeiam esperar. Eles também tinham a opção de pular a pergunta, situação em que os animais não sofriam nenhuma penalidade.
Os pesquisadores descobriram que os macacos se questionavam da mesma forma que nós: eles respondiam às perguntas sobre as quais se sentiam confiantes, mas decidiam ignorar as questões mais complicadas para eles. Isso pode não parecer grande coisa, mas para os pesquisadores foi. Os resultados sugerem que os orangotangos possuem altos níveis de autoconsciência.

1. Pescar

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A tarefa de pescar está em um nível completamente diferente de habilidade, mas isso não impede os macacos de a realizar com destreza. Depois de ver seres humanos pescando com lanças, um orangotango em Bornéu decidiu tentar também. Embora não tenha sido capaz de pegar nenhum peixe que nadavam no ar, o macaco aprendeu a usar suas lanças para capturar os peixes apanhados nas redes dos pescadores cuja atividade ele estava copiando.

Outros macacos apresentam habilidades ainda mais surpreendentes na arte de pegar peixes na natureza. Embora eles pesquem sem ferramentas, alguns macacos na Indonésia têm sido observados capturando peixes com as mãos desde 1998. 

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Sugestão: Pedro Neves Menezes
Abobrinha Melhora a Digestão: Abobrinha auxilia na digestão, previne a constipação e mantém os níveis baixo do açúcar no sangue.
Abobrinha Ajuda a Baixar o Colesterol: As fibras alimentares na abobrinha ajudam a reduzir o colesterol, anexando-se aos ácidos biliares que o fígado produz a partir do colesterol para digerir as gordura. Porque a fibra se liga tão bem com ácidos biliares, aumentando assim a sua capacidade de digerir imediatamente as gorduras, o fígado é responsável pela produção de mais ácido biliar.

O fígado ainda ajuda em uma redução do nível de colesterol total no corpo. Além disso, os altos níveis de Vitamina C e Vitamina A impedem que o colesterol fiquem nos vasos sanguíneos do corpo, dificultando, assim, o aparecimento da aterosclerose.
Benefícios da Abobrinha na Prevenção do Câncer: As fibras ajudam nos movimentos intestinais saudáveis e regulares, as grandes quantidades de fibra presente na abobrinha também ajudam a prevenir possíveis  toxinas cancerígenas de se estabelecerem no cólon. Além disso, as vitaminas A e C, bem como ácido fólico, encontrado na abobrinha atuam como poderosos antioxidantes que combatem o stress oxidativo que pode levar à diferentes de câncer.
Abobrinha é Benéfica Para a Saúde da Próstata: Estudos mostram que os fitonutrientes presente na abobrinha auxiliam na redução dos sintomas de benigna hipertrofia prostática (BOH), uma condição na qual a glândula da próstata aumenta e leva a complicações com a micção e funções sexuais em homens.
Abobrinha é um Agente Anti-inflamatória: As vitaminas C e A, servem ao corpo como antioxidantes potentes, mas também agentes anti-inflamatórios eficazes. Juntamente com o Cobre encontrada na abobrinha, estas vitaminas impedi o desenvolvimento de muitas doenças hiper-inflamatórios, incluindo asma, osteoartrite e artrite reumatoide.
Abobrinha é Benéfica Para a Saúde do Coração: Uma pequena quantidade de abobrinha já contém mais de 10% da RDA de Magnésio, um mineral comprovada que reduzir o risco de ataque cardíaco e derrame. Abobrinha também fornece folato, que é uma vitamina necessária na quebrar de aminoácido perigoso homocisteína , caso os níveis no corpo aumentem demais, podem contribuir para ataques cardíacos e derrames.
Abobrinha Ajuda a Baixa Pressão Arterial: Junto com o Magnésio, o Potássio encontrado na abobrinha, eles ajudam a controlar a pressão arterial. a hipertensão ou a pressão alta, pode levar a arteriosclerose (danos nos vasos sanguíneo), ataque cardíaco e muitas outras condições médicas graves.  Abobrinha é Rica em Manganês: Manganês é um mineral e um nutriente essencial que nos oferece muitos benefícios para a saúde e contribui para uma série de funções fisiológicas normais. Uma xícara de abobrinha contém 19% da RDA de manganês, que ajuda o corpo a metabolizar proteínas e hidratos de carbono, participa da produção de hormônios sexuais, e catalisa a síntese de ácidos graxos e colesterol.
Manganês na abobrinha também aumenta os níveis de superóxido dismutase (SOD), a enzima responsável pela proteção contra o stress oxidativo mitocondrial. Finalmente, o manganês é essencial para a produção de prolina e de aminoácidos que permite o colagênio se formar, e permitindo, assim, uma pele mais saudável e melhorando a capacidade de cicatrização de feridas.

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 (photo: )
O alho é um alimento místico que tem a reputação de repelir vampiros, mas também de dopar as defesas imunológicas, exercer poder bactericida e combater o colesterol; neste quadro quase ideal, seria provavelmente necessário acrescentar um efeito aparentemente significativo sobre a pressão alta, descobriram pesquisadores australianos

Por Martine Perez - Le Figaro // http://www.brasil247.com/

O alho é um alimento místico que tem a reputação de repelir vampiros, mas também de dopar as defesas imunológicas, exercer poder bactericida e combater o colesterol. Neste quadro quase ideal, seria provavelmente necessário acrescentar um efeito aparentemente significativo sobre a pressão alta. É o que acabam de descobrir pesquisadores australianos, que testaram os efeitos desta lilácea em pessoas com pressão arterial elevada. Para isso, eles não têm economizado e usaram os principais meios da farmacoepidemiologia.

Após terem registrado 50 pessoas com pressão alta, já tratada por medicamentos, mas com a pressão arterial mal controlada. Metade dentre elas recebeu quatro cápsulas contendo extratos de alho e a outra metade, quatro cápsulas de placebo (produto inativo) durante doze semanas. No final do teste, os voluntários que receberam as cápsulas de alho tinham sem dúvidas uma pressão média mais baixa que os outros.

”É a primeira vez, que um teste comprova a eficácia e a tolerância do extrato de alho como um tratamento complementar da pressão alta mal controlada”, argumenta Karin Riad, da Universidade de Adelaide na Austrália, principal autor deste estudo publicado na semana passada na revista Maturités. O efeito do alho sobre a pressão alta já havia sido demonstrado, mas somente em pessoas com pressão alta, ainda não tratadas.

Existe algum risco em consumir alho em cápsulas? Alguns apontam possíveis interações, em doses elevadas, entre o alho e outros medicamentos. Mas não é contraindicado comer alho com o cordeiro assado, consumi-lo com casca com um frango ou até fresco, com alface e bacon...

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http://thoth3126.com.br/
O Surpreendente AÇAI aparece para aliviar a aterosclerose:
Mais uma das tantas dádivas da Mãe Natureza/Deus para os brasileiros. 
O suco de AÇAI pode proporcionar benefícios anti-inflamatórios que oferecem proteção contra o endurecimento das artérias (aterosclerose), de acordo com uma nova pesquisa nos EUA. Os autores do estudo disseram que a pesquisa “fornece os primeiros indícios relatando que o suco de açaí protege contra a arteriosclerose”

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
O Surpreendente AÇAI aparece para aliviar a aterosclerose e tem outros benefícios:
Fonte: http://www.swansonvitamins.com/
O estudo, publicado na revista ’’Aterosclerose’’, apresenta evidências que sugerem que o efeito de proteção contra aterosclerose do suco de açaí é, em parte devido à degenerescência dos lipídios (peroxidação lipídica), que pode ser devido ao aumento dos níveis e atividade das enzimas antioxidantes.

A pesquisa também suporta a possibilidade que o suco de açaí pode exercer efeito protetor contra o desenvolvimento da aterosclerose, inibindo os compostos pró-inflamatórios chamadas citoquinas, através da regulação de mediadores inflamatórios. 
“Nós fornecemos a evidência experimental direta de que uma dieta contendo um suco de açaí na dose de 5% (cinco por cento) desenvolveram MENOS lesões ateroscleróticas significativamente”, disseram os pesquisadores, liderados pelo Dr. Wu Xianli da Universidade de Arkansas para ciências médicas.
Os autores do estudo disseram que a pesquisa “fornece os primeiros indícios relatando que o suco de açaí protege contra a arteriosclerose“, acrescentando que “os resultados indicam claramente que o suco de açaí reduz a peroxidação lipídica significativamente.” 
“Reduzir a peroxidação lipídica através do aumento das enzimas antioxidantes e inibindo produção de citocinas pró-inflamatórios são propostos como os principais mecanismos de proteção para os efeitos atero do suco de açaí testados nessas experimentação de modelos “in vivo”, explicam os cientistas.
O Dr. Wu e seus colegas explicaram que a doença cardiovascular é a principal causa de morte, não só nos Estados Unidos “, mas também na maioria dos países industrializados.” Eles acrescentaram, “tem sido reconhecido que uma dieta rica em frutas e vegetais pode ter efeitos benéficos em doenças cardiovasculares, em grande parte atribuída às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias”. 
No entanto, os pesquisadores notaram que a evidência experimental ’’in vivo’’ para apoiar o consumo de frutas e produtos hortícolas específicos na redução do risco de doenças cardiovasculares com base em mecanismos plausíveis “continua a ser escasso.”
O novo estudo investigou os efeitos atero-protetor do suco de açaí em um tipo de roedor. Marcadores de estresse oxidativo foram encontrados para serem significativamente mais baixos no soro e no fígado de animais alimentados com suco de açaí. 

AÇAI: Fonte de trabalho, abundância, riqueza e SAÚDE.
Resultados da análise de 17 genes relacionados às enzimas de oxidação / antioxidante também mostraram que a expressão dos dois genes de enzimas antioxidantes, glutationa peroxidase (GPx) e glutationa redutase (GSR), consideradas como enzimas antioxidante importante no sistema vascular estavam significativamente mais regulamentadas na aorta de ratos alimentados com suco de açaí. 
As atividades do GSR no soro e no fígado e GPX no soro também foram relatados para aumentar em ratos alimentados com suco de açaí,. “Portanto, estas duas enzimas antioxidantes podem agir sinergicamente para reduzir a peroxidação lipídica,” o Dr.Wu e seus colegas de trabalho sugeriram.
Séricos da enzima antioxidante PON1 (com o HDL e envolvido na prevenção da peroxidação lipídica LDL) também foi encontrado para ser elevado em ratos alimentados com suco de açaí. Em outros experimentos, os ratos alimentados com suco de açaí por cinco semanas foram relatados para terem níveis significativamente menores de citocinas pró-inflamatórias IL-6 e TNF-a. 

A pesquisa descobriu a possibilidade que o suco de açaí pode exercer efeito protetor contra o desenvolvimento da aterosclerose, inibindo os compostos pró-inflamatórios chamadas citoquinas, através da regulação de mediadores inflamatórios.
“Não só o suco de açaí reduziu os níveis basais dessas duas citocinas pró-inflamatórias, como também aumentou a resistência de secreção destas duas citocinas por macrófagos em resposta a estímulos inflamatórios como o LPS”, disseram os autores dessa pesquisa.
Os autores da pesquisa são Doutores de Nutrição do USDA Arkansas Children’s Center, do Departamento de Fisiologia e Biofísica, do Departamento de Imunologia na Universidade de Arkansas para Ciências Médicas e da Vida AIBMR Ciência, Inc. 
-Aterosclerose; Publicado Online antes da impressão.
Permitida a reprodução desde que respeite a formatação e mencione as fontes.
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Espanhol é ameaçado de morte por criar lâmpada que não queima, é muito mais econômica e não polui o meio ambiente.
O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.

Edição e imagens:   Thoth3126@protonmail.ch
Espanhol é ameaçado de morte por criar lâmpada que não queima
By Global Research –  http://www.globalresearch.ca
Benito Muros: “Me perseguen por criar uma lâmpada que não acaba nunca
A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo problemas em oito anos e de repente, em um belo dia, a televisão lhe diz adeus.  “Não há nada para se fazer além de comprar outra”.
É possível de se fazer produtos que durem mais do que isso? Quem sabe a vida toda? Benito Muros da S.O.P. (Sem Obsolescência Programada), diz que é possível. Por isso está ameaçado de morte.

Benito Muros: “Me perseguen por criar uma lâmpada que não acaba nunca”
O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção decriar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.
As novas lâmpadas e a luta de Benito Muros respondem a um novo conceito empresarial, baseado em desenvolver produtos que não caduquem, como aquelas geladeiras Frigidaire ou máquinas de lavar Westinghouse que duravam a vida toda.
Uma filosofia empresarial mais conforme com nossos tempos (de respeito à natureza e o uso dos recursos naturais com maior responsabilidade), graças à comercialização de produtos que não estejam programados para ter uma vida curta, senão que respeitem o meio ambiente e que não gerem resíduos que, por vezes, acabam desembocando em containers de lixo no terceiro mundo.
Conheça a lâmpada neste vídeo:
Veja no final do post a entrevista onde ele fala sobre seu projeto. 
Se trata de um movimento que denuncia a Obsolescência Programada. Lutamos para que as coisas durem o que tenham que durar, porém os fabricantes de produtos eletrônicos os programam para que durem um tempo determinado e obrigam os usuários a comprar outros novos. A lei permite!
O consumo de nossa (perdulária e irresponsável) sociedade está baseado em produtos com data de validade. Mudar isso suporia mudar nosso modelo de produção e optar por um sistema mais sustentável. Os fabricantes devem ser conscientes de que as crises de endividamento como a que vivemos são inevitáveis e que podemos deter o crime ecológico.
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A nova lâmpada esta de acordo com a necessidade de se respeitar o meio ambiente e o uso dos recursos naturais.
(Repórter: A lavadora de minha mãe durou 35 anos)

E agora aos seis já da problemas. Também, antes havia umas meias de náilon irrompíveis. Deixaram de fabricar, por isso, porque duravam demais. 

Más hoje, por exemplo temos uma lâmpada que está acesa a 111 anos em um parque de bombeiros de Livermore (California). Foi então que surgiu a idéia de criar, junto com outros engenheiros, uma linha de lâmpadas para iluminação que durasse toda a vida.
(Repórter: Não queima nunca?)

Nunca! Dura mais de cem anos, porém como não veremos isso, oferecemos uma garantia de 25 anos.

(Repórter: Não se vê isto nos grandes armazéns.)

Não, porque as distribuidoras nos dizem que vivem das que se queimam. Inclusive recebemos ofertas de milhares de dólares para tira-la do mercado.

(Repórter: E quanto custa sua lâmpada?)

Pode ser comprada online por uns 37 euros. Aos fabricantes não lhes interessa.

(Repórter: Um gênio ou um louco?)

Nem um nem outro. Somente buscamos uma sociedade mais justa.Ainda que isto signifique estar ameaçado de morte.
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A lâmpada criada pela IWOP Electrics responde à necessidade atual de umcompromisso com o meio ambiente. Ao durar tanto tempo, não gera resíduos ao mesmo tempo em que permite uma economia em consumo de energia de até 92% e emite até 70% a menos de CO2.
Mas, ao que parece, a indústria de produtos elétricos não está muito contente com essa descoberta. Benito Muros diz que está sendo ameaçado devido a seu invento e inclusive afirma ter recebido ofertas milionárias para retirar seu produto do mercado.
– “Senhor Muros, você não pode colocar seus sistemas de iluminação no mercado. Você e sua família serão aniquilados”, reza a denúncia que Muros apresentou à Polícia, que apesar do medo não se acovardou.
Para realizar sua pesquisa, Muros viajou até o parque de bombeiros de Livermore (Califórnia), lugar no qual há uma lâmpada que permanece acesa de forma ininterrupta há mais de 111 anos. Ali contatou com descendentes e conhecidos dos criadores da lâmpada, já que não existia documentação a seu respeito.
 Assista a entrevista do Sr. Benito Muros:
Com esta informação ele conseguiu as bases para começar sua pesquisa, cujo achado supõe um novo conceito de modelo empresarial baseado na NÃO Obsolescência Programada.
Uma pequena lista das vantagens prometidas por Benito Muros e a IWOP Electrics:
  • – Gasta 92% menos eletricidade que uma lâmpada incandescente, 85% em relação às alógenas e 70% em relação às fluerescentes.
  • – Garante 25 anos funcionando 24 horas por dia, 365 dias por ano.
  • – Não se queima no caso de acender e apagar varias vezes. A empresa IWOP Electrics garante 10.000 (Dez mil) comutações (acender e apagar) diárias.
  • – Ela acende na hora. Não precisa esperar ela esquentar.
  • – Não emite radiação ultra violeta e nem ultra vermelho (Evitando problemas de pele e nos olhos)
  • – Não faz zumbido.
  • – Consegue iluminar em temperaturas de até 45 graus abaixo de zero.
  • – Não contém tungstênio e nem mercúrio. Não possui metais pesados que demoram para se desintegrar. São recicláveis e seguem todas as normas ambientais.
  • – Emite 70% a menos de CO².
  • – Por ter mais tempo de vida, produz menos resíduos para a natureza.
  • – Praticamente não esquenta utilizando somente aquela energia que será necessária para iluminar, ao contrário das lâmpadas convencionais que gastam 95% da energia para produzir calor e 5% para iluminar.
  • – Por não esquentar e não produzir radiação evita a deterioração dos materiais que estão perto.
  • – Evitam risco de incêndio.
  • – Não prejudicam o frio necessário dentro de câmaras frigorificas. 
Visite o site da IWOP Electrics: http://www.iwop.es/
Veja mais informações aqui: http://www.informativos.net/entrevi…ito-muros-define-la-nueva-economia_54108.aspx – Publicado em junho de 2013.
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
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Normalmente, as manchas que aparecem com a idade localizam-se nos ombros, rosto, mãos e outras partes da pele, especialmente aquelas expostas ao sol.


Essas manchas aparecem em adultos com mais de 40 anos, mas às vezes as pessoas mais jovens também são afetadas.

Embora sejam conhecidas como manchas senis, elas não aparecem apenas devido ao processo de envelhecimento, mas também como resultado da exposição prolongada aos raios UV do sol. 

Eles não oferecem riscos à saúde, ou seja, o problema é mais estético.

Existem ótimos remédios caseiros para eliminar essas manchas.

Um deles é o que vamos ensinar agora.

Ele é feito com arroz, limão e mel.

E por que funciona?

O arroz tem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.

Além disso, tem efeitos calmantes e é excelente para esfoliar (remover a camada exterior da pele)

O mel é ótimo para hidratação e esfoliação da pele, pois é rico em açúcares naturais que limpam e ajudam a pele manter-se hidratada.

Limão é eficaz contra manchas de idade porque clareia a pele.

É rico em ácido cítrico, vitamina C e Alfa-hidroxiácidos (AHAs).

Ele também tem propriedades antibacterianas.

Devido às suas propriedades blanqueadoras é ótimo para reduzir a hiperpigmentação.

As mãos são as mais afectadas por essas mancha.

E esta receita vai ajudar a remover as células mortas, renovando a camada exterior da pele que mudou de pigmentação.

Anote a receita:



INGREDIENTES


Meia xícara de arroz integral cru

1 colher (sopa) de mel puro

1 colher (sopa) de suco de limão 

MODO DE PREPARO

Você vai precisar moer o arroz integral para que ele vire um pó. 

Para isso, você pode usar um moedor de café, processador ou um potente liquidificador.

Feito isso, misture bem todos os ingredientes.

Certifique-se de que suas mãos estejam secas e, em seguida, aplique a mistura.

Faça a aplicação com movimentos circulares e fazendo uma leve pressão por 1-2 minutos.

Depois é só tirar com água.

Após a limpeza, aplicar o creme para as mãos que você normalmente usa.

Faça o tratamento sempre à noite.

Esta mistura pode ser aplicada em ambos os lados da mão, pois amacia a pele.

É importante utilizar esta mistura regularmente. 

No mínimo, duas vezes por semana. 

Se quiser usar todos os dias, não há problema algum.



Muito pelo contrário, os resultados serão melhores e mais rápidos.  

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150616-CocaCola
Estudo revela: bebida vendida no Brasil é a que  possui, no corante, maior concentração de substância possivelmente cancerígena. São nove vezes o limite estabelecido na Califórna


No site do Idec / http://outraspalavras.net/
A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração da substância 4-MI (4-metil-imidazol), presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígeno. O resultado é de um teste do CSPI (Centro de Ciência no Interesse Público, em tradução livre), da capital norte-americana, Washington D.C. Eles avaliaram também a quantidade da substância nas latas de Coca-Cola vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos.

Um estudo feito pelo Programa Nacional de Toxicologia do Governo dos Estados Unidos já havia apontado efeitos carcinogênicos do 4-MI em ratos, e fez com que a Iarc (Agência Internacional para Pesquisa em Câncer), da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluísse o 4-MI na lista de substâncias possivelmente cancerígenas.
Concentrações
O Idec fez um pesquisa sobre os refrigerantes e energéticos que possuem o corante Caramelo IV em sua fórmula. O levantamento verificou que a regulação brasileira sobre o tema é falha e que os fabricantes de refrigerantes e bebidas energéticas não estão dispostos a informar ao consumidor a quantidade da substância tóxica em seus produtos.
Diante dos estudos que apontam para o perigo desse aditivo, o Instituto questionou se as empresas parariam de utilizá-lo. Na ocasião, o Idec enviou cartas à diversas empresas e à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) questionando-os sobre a periculosidade do Caramelo IV e sua associação com o câncer.
De acordo com o CSPI, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 mcg (microgramas) de 4-MI em 350 ml, cerca de 267mcg/355ml. Essa é uma concentração muito grande quando comparada com a segunda maior, vendida no Quênia, com 170 cmg/355ml. Confira os demais resultados na tabela abaixo:
QUANTIDADE DE 4-METIL-IMIDAZOL (4-MI) NA COCA-COLA EM NOVE PAÍSES
PAÍS4-MI em microgramas (mcg) em cada 355 ml
Brasil267
Quênia177
Canadá160
Emirados Árabes Unidos155
México147
Reino Unido145
Estados Unidos (Washington)144
Japão72
China56
Estados Unidos (Califórnia)4
Fonte: CSPI (Center for Science in the Public Interest) – EUA
A Coca-Cola do Brasil traz nove vezes o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que estipulou a necessidade de uma advertência nos alimentos que contiverem mais que 29 mcg da substância. Além dessa quantidade diária, o risco de câncer seria maior do que um caso em 100 mil pessoas.Os limites atuais para a quantidade de Caramelo IV nos alimentos, estabelecidos pelo Jecfa (um comitê de especialistas em aditivos alimentares da FAO/OMS), são baseados em estudos da década de 1980. Além disso, aqueles estudos foram gerados pela International Technical Caramel Association. Com os estudos que agora vem à tona, espera-se que os limites e a legislação atuais, tanto internacional como nacional, sejam alterados.
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"Sou uma pessoa normal, penso o tempo todo. Mas tenho a mente treinada. Isso quer dizer que não sigo meus pensamentos. Eles vêm, mas não afetam nem minha mente, nem meu coração."

Quando um paciente chega para consulta, como o senhor sabe qual o problema?R – Olhando como ele se move, sua postura, seu olhar. Não é necessário que fale nem explique o que se passa. Um doutor de medicina tibetana experiente sabe do que sofre o paciente a 10 m de distância.

Mas o senhor também verifica seus pulsos.
R – Assim obtenho a informação que necessito sobre a saúde do paciente. Com a leitura do ritmo dos pulsos é possível diagnosticar cerca de 95% das enfermidades, inclusive psicológicas. A informação dada por eles é precisa como um computador. Para lê-los, é necessária muita experiência.

E depois, como realiza a cura?
R – Com as mãos, o olhar e preparados de plantas e minerais.

Segundo a medicina tibetana, qual é a origem das doenças?
R – Nossa ignorância.

Então, perdoe a minha, mas o que entender por ignorância?
R – Não saber que não sabe. Não ver com clareza. Quando vemos com clareza, não temos que pensar. Quando não vemos claramente, colocamos o pensamento para funcionar. E, quanto mais pensamos, mais ignorantes somos, mais confusão criamos.
Como posso ser menos ignorante?
R – Vou ensinar um método muito simples: praticando a compaixão. É a maneira mais fácil de reduzir os pensamentos. E o amor. Se amamos alguém de verdade, se não o queremos só para nós, aumentamos a compaixão.

Que problemas percebe no Ocidente?
R – O medo. O medo é o assassino do coração humano.

Por quê?
R – Porque, com medo, é impossível ser feliz e fazer felizes os outros.

Como enfrentar o medo?
R – Com aceitação. O medo é resistência ao desconhecido.

Como médico, em que parte do corpo vê mais problemas?
R – Na coluna, na parte baixa da coluna: as pessoas permanecem sentadas tempo demais na mesma posição. Com isso, se tornam rígidas demais.

Temos muitos problemas.
R: Acreditamos ter muitos problemas, mas, na realidade, nosso problema é que não os temos.

O que isso quer dizer?
R – Que nos acostumamos a ter nossas necessidades básicas satisfeitas, de modo que qualquer pequena contrariedade nos parece um problema. Então, ativamos a mente e começamos a dar voltas e mais voltas sem conseguir solucioná-la.

Alguma recomendação?
R – Se o problema tem solução, já não é um problema. Se não tem, também não.

E para o estresse?
R – Para evitá-lo, é melhor estar louco.

???R – É uma piada. Mas não tão piada assim. Eu me refiro a ser ou parecer normal por fora e, por dentro, estar louco: é a melhor maneira de viver.

Que relação o senhor tem com sua mente?
R – Sou uma pessoa normal, penso o tempo todo. Mas tenho a mente treinada. Isso quer dizer que não sigo meus pensamentos. Eles vêm, mas não afetam nem minha mente, nem meu coração.

O senhor ri muito?
R – Quando alguém ri nos abre seu coração. Se você não abre seu coração, é impossível entender o humor. Quando rimos, tudo fica claro. Essa é a linguagem mais poderosa que nos conecta uns aos outros diretamente.

O senhor acaba de lançar um CD de mantras com base eletrônica, para o público ocidental.R – A música, os mantras e a energia do corpo são a mesma coisa. Como o riso, a música é um grande canal para nos conectar com o outro. Por meio dela, podemos nos abrir e nos transformar: assim, usamos a música em nossa tradição.

O que gostaria de ser quando ficar mais velho?
R: Gostaria de estar preparado para a morte.

E mais nada?
R – O resto não importa. A morte é o mais importante da vida. Creio que já estou preparado. Mas, antes da morte, devemos nos ocupar da vida. Cada momento é único. Se damos sentido à nossa vida, chegamos à morte com paz interior.

Aqui vivemos de costas para a morte.
R: Vocês mantêm a morte em segredo. Até que chegará um dia em sua vida em que já não será um segredo: não será possível escondê-la.

E qual o sentido da vida?
R – A vida tem sentido e não tem. Depende de quem você é. Se você realmente vive sua vida, então a vida tem sentido. Todos têm vida, mas nem todos a vivem. Todos temos direito a sermos felizes, mas temos que exercer esse direito. Do contrário, a vida não tem sentido.

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http://www.jornalciencia.com/

Contendo três açúcares naturais - sacarose, frutose e glicose, combinados com fibra, a banana dá uma instantânea e substancial elevação da energia.
Pesquisas provam que apenas duas bananas fornecem energia suficiente para um treino intenso de 90 minutos. Não é à toa que a banana é a fruta número um dos maiores atletas do mundo.

Entretanto, energia não é a única coisa que uma banana pode ajudar a manter a forma. Ela também ajuda a curar ou prevenir um grande número de doenças e condições, tornando-se uma obrigação adicioná-la à dieta diária.
Depressão
De acordo com uma recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, muitas se sentiram melhor depois de comer uma banana. Isto porque a banana contém triptofano, um tipo de aminoácido que o corpo converte em serotonina, reconhecida por relaxar, melhorar o humor e, geralmente, fazem a pessoa se sentir mais feliz. Além disso, a vitamina B6 regula os níveis de glicose no sangue, o que pode afetar o seu humor.
Anemia
Fonte de ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.
Pressão Arterial
Este fruto tropical é muito rico em potássio e reduzido teor de sódio, tornando-a perfeita para controlar a pressão arterial. Com isso, o FDA (Food and Drug Administration), órgão americano parecido com a ANVISA, acaba de permitir que seja informada, pelas indústrias agrícolas, a habilidade da fruta de reduzir o risco de pressão arterial e de acidente vascular cerebral.
Poder Cerebral
200 estudantes de uma escola de Twickenham (Inglaterra) tiveram ajuda nos exames deste ano comendo bananas no café da manhã, lanche e almoço em uma tentativa de elevar sua capacidade mental. A pesquisa mostrou que frutas com elevado teor de potássio podem ajudar na aprendizagem, fazendo alunos ficarem mais atentos.
Prisão de Ventre
Por conta do seu elevado teor de fibra, incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, superando o problema de prisão de ventre, sem ter de recorrer a laxantes.
Manutenção
Uma das maneiras mais rápidas de curar uma ressaca é fazer uma vitamina de banana com leite e mel. A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel, eleva o baixo nível de açúcar, enquanto o leite acalma e hidrata todo o corpo. Lembrando que pessoas com problemas estomacais, como gastrite, devem evitar a ingestão do leite, por possuir pH ácido.
Azia
Bananas têm efeito antiácido natural no organismo, por isso, quem sofre de azia deveria experimentar comer uma banana para aliviar as queimações incômodas.
Enjoo Matinal
As náuseas podem ser evitadas ao comer uma banana entre as refeições, pois ela ajuda a manter os níveis de açúcar elevados.
Picadas de Mosquitos
Antes de comprar um creme para picada de inseto, as pessoas podem tentar esfregar a área afetada com a parte interna da casca da banana. Muitas delas têm resultados excelentes com a redução do inchaço e da irritação.
Nervos
Bananas são ricas em vitamina B, que ajuda a acalmar o sistema nervoso. Estudos do Instituto de Psicologia na Áustria mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de fast-foods, chocolate e biscoitos. Olhando para 5.000 pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que trabalhavam em lugares com mais pressão. O relatório concluiu que, para evitar a ansiedade por comida, é necessário controlar os níveis de açúcar no sangue e, comer alimentos ricos em carboidratos a cada duas horas, ajudando a manter esses níveis estáveis.
Úlceras
A banana é usada na dieta diária contra desordens intestinais, devido à sua textura macia e suavidade. Ela também neutraliza a acidez e reduz irritações, protegendo as paredes do estômago.
Controle da Temperatura
Muitas culturas veem a banana como fruta “refrescante”, podendo reduzir tanto a temperatura física como o temperamento emocional de mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, as grávidas comem bananas para os bebês nascerem com temperatura mais baixa.
Em resumo
A banana é um “remédio natural” para muitos males. Quando se comparada a uma maçã, percebe-se que a banana tem quatro vezes mais proteína, duas vezes mais carboidratos, três vezes mais fósforo, cinco vezes mais vitamina A e ferro, além de maior quantidade de outras vitaminas e minerais. Também é rica em potássio e é um dos alimentos mais valiosos conhecidos, de modo que uma frase muito comum do dito popular pode ser verdadeira: “Uma banana por dia mantém o médico longe!".

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curaquantica25












por Heliton Batista / 
https://jornaleirotalisandrade.wordpress.com/
Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou sua terapia. O médico observou que todo paciente de câncer tem aftas.
Isso já era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratada como uma infecção oportunista por fungos – Candida albicans. Esse médico achou muito estranho que todos os tipo de câncer tivessem essa característica, ou seja, vários são os tipos de tumores mas têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente.

Então, pode estar ocorrendo o contrário, pensou ele. A causa do câncer pode ser o fungo.
E, para tratar esse fungo, usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece:bicarbonato de sódio. Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonato de sódio,
não apenas ingerível, mas metodicamente controlado sobre os tumores.
Resultados surpreendentes começaram a acontecer.

Tumores de pulmão, próstata e intestino desapareciam como num passe de mágica, junto com as Aftas.
Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados e hoje comprovam com seus exames os resultados altamente positivos do tratamento. Para quem se interessar mais pelo assunto, siga o link (em inglês):não deixem de ver o vídeo, no link abaixo. O medico fala em italiano, mas tem legenda em português .http://www.curenaturalicancro.com/
Lá estão os métodos utilizados para aplicação do bicarbonato de sódio sobre os tumores.
Quaisquer tumores podem ser curados com esse tratamento simples e barato.
Parece brincadeira, né?

Mas foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui.
Bem que o livro de homeopatia recomenda tratar tumores com bórax, que é o remédio homeopático para aftas. E os macrobióticos consideram o câncer uma manifestação natural do meio ácido.
Afinal, uma boa notícia em meio a tantas ruins.
Na integra
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http://portaldobudismo.org/
Sentindo-se triste? Dance ou vá tomar um duche e veja a tristeza desaparecer do seu corpo. Sinta como a água que bate em si, leva junto a tristeza, da mesma forma que leva embora o suor e a poeira do seu corpo. Coloque a sua mente numa situação tal que ela não seja capaz de funcionar de maneira habitual. Qualquer coisa serve. Afinal, todas as técnicas que foram desenvolvidas ao longo dos séculos não passam de tentativas para distrair a mente e demovê-la dos velhos padrões. Por exemplo, se estiver sentindo-se irritado, inspire e expire profundamente durante apenas dois minutos e veja o que acontece com a sua raiva. Ao respirar profundamente, terá confundido a sua mente, pois ela não é capaz de relacionar as duas coisas. “Desde quando”, a mente começa-se a perguntar, “alguém respira profundamente quando está com raiva? O que está acontecendo?” A dica é nunca se repetir. Caso contrário, se toda vez que se sentir triste, for para o chuveiro, a mente transformará isso num hábito. Após a terceira ou quarta vez, ela aprenderá: “Isso é algo permitido. Está triste, então é por isso que está tomando um duche.” Nesse caso, o duche irá apenas transformar-se em parte da sua tristeza. Seja inovador, seja criativo. Continue confundindo a mente. O seu companheiro/a diz algo e sente-se irritado. Em vez de bater nele ou jogar alguma coisa na sua direcção, mude o padrão do pensamento: dê-lhe um abraço e um beijo. Confunda-o também! De repente, perceberá que a mente é um mecanismo e que ela sente-se perdida com o que é novo. Abra a janela e deixe novos ventos entrarem.


Osho

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http://www.curapelanatureza.com.br/

Esta receita é fantástica quanto aos resultados.


E é muito prática no que se refere à utilização, pois você pode usá-la como um picolé ou como um cubo de gelo em sua bebida favorita.

O que falar do abacaxi e do gengibre em termos de ação emagrecedora?

Os dois estão consagradíssimos como alimentos que contribuem fortemente para bons resultados em dietas que objetivam o emagrecimento.

O segredo do abacaxi é ser bastante diurético e conter poucas calorias  - menos de 160 numa fatia de 100 gramas.

O abacaxi ainda auxilia a digestão e melhora a circulação.

O gengibre acelera o metabolismo, o que agiliza a queima dos excessos alimentares.

Ele sacia a fome e queima gordura localizada.

E também é perfeito para a desintoxicação do organismo, sendo considerado um poderoso anti-inflamatório, anticoagulante, antioxidante e bactericida.

O gengibre ainda apresenta propriedades terapêuticas sobre o sistema digestivo, pois estimula a liberação de enzimas que promovem o esvaziamento do estômago.

E estudos demonstraram o potencial dessa raiz para baixar o nível do colesterol.

Quer aprender a fazer o gelo de abacaxi e gengibre?

A receita está a seguir.

INGREDIENTES

3 xícaras (chá) de abacaxi cortados

250 ml de água

1/2 xícara (chá) de gengibre picado

MODO DE PREPARO

Bata os ingredientes no liquidificador.

Não adicione açúcar, adoçante ou mel.

Em seguida, coloque a bebida em forminhas de gelo e ponha no congelador.

MODO DE USAR

Depois que congelar, use os cubos chupando-os como se fosse um picolé ou para gelar bebidas como água, suco, vitamina e água de coco. 

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Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair uma palavra, deixa sair uma parte do seu Chi (energia). Assim, aprenderá a desenvolver a arte de falar sem perder energia.
Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe, nem utilize palavras que projectem imagens negativas, porque se reproduzirá ao seu redor tudo o que tenha fabricado com as suas palavras carregadas de Chi.

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada. Aprenda a ser como um espelho: observe e reflicta a energia. O Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque aceita, sem condições, os nossos pensamentos, emoções, palavras e acções, e envia-nos o reflexo da nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam nas nossas vidas.
Se se identifica com o êxito, terá êxito. Se se identifica com o fracasso, terá fracasso. Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Aprenda a ser como o universo, escutando e reflectindo a energia sem emoções densas e sem preconceitos.
Porque, sendo como um espelho, com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com as suas opiniões pessoais, e evitando reacções emocionais excessivas, tem oportunidade de uma comunicação sincera e fluída.
Não se dê demasiada importância, e seja humilde, pois quanto mais se mostra superior, inteligente e prepotente, mais se torna prisioneiro da sua própria imagem e vive num mundo de tensão e ilusões. Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta forma libertar-se-á da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente invisível, misteriosa, indefinível, insondável como o TAO.
Não entre em competição com os demais, a terra que nos nutre dá-nos o necessário. Ajude o próximo a perceber as suas próprias virtudes e qualidades, a brilhar. O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente, crie conflitos. Tenha confiança em si mesmo. Preserve a sua paz interior, evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros. Não se comprometa facilmente, agindo de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação.
Tenha um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta e só então tome uma decisão. Assim desenvolverá a confiança em si mesmo e a Sabedoria. Se realmente há algo que não sabe, ou para que não tenha resposta, aceite o fato. Não saber é muito incómodo para o ego, porque ele gosta de saber tudo, ter sempre razão e dar a sua opinião muito pessoal. Mas, na realidade, o ego nada sabe, simplesmente faz acreditar que sabe.
Evite julgar ou criticar. O TAO é imparcial nos seus juízos: não critica ninguém, tem uma compaixão infinita e não conhece a dualidade. Cada vez que julga alguém, a única coisa que faz é expressar a sua opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro ruído. Julgar é uma maneira de esconder as nossas próprias fraquezas.
O Sábio tolera tudo sem dizer uma palavra. Tudo o que o incomoda nos outros é uma projecção do que não venceu em si mesmo. Deixe que cada um resolva os seus problemas e concentre a sua energia na sua própria vida. Ocupe-se de si mesmo, não se defenda. Quando tenta defender-se, está a dar demasiada importância às palavras dos outros, a dar mais força à agressão deles.
Se aceita não se defender, mostra que as opiniões dos demais não o afectam, que são simplesmente opiniões, e que não necessita de os convencer para ser feliz. O seu silêncio interno torna-o impassível. Faça uso regular do silêncio para educar o seu ego, que tem o mau costume de falar o tempo todo.
Pratique a arte de não falar. Tome algumas horas para se abster de falar. Este é um exercício excelente para conhecer e aprender o universo do TAO ilimitado, em vez de tentar explicar o que é o TAO. Progressivamente desenvolverá a arte de falar sem falar, e a sua verdadeira natureza interna substituirá a sua personalidade artificial, deixando aparecer a luz do seu coração e o poder da sabedoria do silêncio.
Graças a essa força, atrairá para si tudo o que necessita para a sua própria realização e completa libertação. Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre… O Poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio. Se o ego se impõe e abusa desse Poder, este converter-se-á num veneno, que o envenenará rapidamente.
Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser. Por outras palavras, viva seguindo a via sagrada do TAO.
(Texto Taoísta)

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pes
http://dicasetruques.org/

Os pés são os que suportam todo o peso do nosso corpo durante a jornada diária, e por isso são os que requerem mais cuidados. Infelizmente, nem sempre eles recebem a atenção que merecem.
Você sabia que através dos pés podemos identificar muitos problemas de saúde, tanto físicos quanto emocionais? Isso se converte em uma razão mais do que suficiente para dar a eles todos os cuidados necessários e mantê-los saudáveis. Aprendamos mais um pouco a seguir.


NOSSOS PÉS E SUA RELAÇÃO COM A SAÚDE

Uma das maneiras mais simples de saber se estamos com algum problema de saúde é observando atentamente as mudanças que ocorrem em nossos pés, por exemplo:
Nos pés e nos dedos existem – em maior ou menor quantidade – alguns pelos, o que indica que há uma boa irrigação sanguínea na região. Quando esses pelos começam a cair – desaparecendo quase por completo – é um sinal de que existe um problema de má circulação. Nesse caso, pode ser culpa de um sapato inadequado que provoque muita pressão nos pés, ou de meias apertadas demais.
A presença repentina e frequente de câimbras nos pés pode estar indicando a falta de alguns nutrientes, ou também pode ser um sinal de má hidratação ou má circulação. Dessa forma, é importante ter em conta as possíveis causas e buscar a solução adequada.
Se as câimbras ocorrerem em pessoas que praticam esportes, a causa pode ser a falta de hidratação, portanto deve-se implementar o consumo adequado de água para melhorar esta condição o antes possível. Entretanto, se este não for o caso, o mais provável é que se trate da falta de alguns nutrientes, como o potássio, o cálcio e o magnésio.
Outro sinal de que algo não anda bem é a presença de uma ferida que nunca termine de sarar. Ela indica que você possa estar sofrendo de diabetes, já que as pessoas com esta condição de saúde apresentam danos irreparáveis nos nervos das extremidades, e uma grande dificuldade para cicatrizar as feridas ou qualquer tipo de úlcera.
Manter uma temperatura exageradamente fria nos pés pode ser um sinal de que a tireoide não está funcionando corretamente, e você pode estar sofrendo de hipotireoidismo. Outro motivo pelo qual os pés se mantêm frios demais é a má circulação, portanto a melhor recomendação é visitar um especialista para verificar qual pode ser a causa exata do frio excessivo nos pés.
Quando os pés permanecem inchados, a causa principal pode ser o mau funcionamento dos rins, que causam a retenção de líquidos. Outro motivo frequente da presença de inchaço nos pés é o consumo de alguns medicamentos que causam esse tipo de efeito colateral.

NÃO SE ESQUEÇA!

É importante observar cada uma das mudanças que notarmos em nossos pés e agendar uma consulta médica imediatamente, já que pode se tratar de um sinal de um problema de saúde que esteja se apresentando, e como sabemos, é melhor prevenir do que remediar. Não descuide dos seus pés nem de nenhuma outra parte do seu corpo… Cada uma delas pode estar enviando um sinal de que algo está acontecendo!

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Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo

Por Gibby Zobel da BBC / http://www.portalmetropole.com/

Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve o seu próprio momento de 'eureka' quando encontrou a solução para iluminar a própria casa num dia de corte de energia.

Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.
Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas utilizando a 'luz engarrafada'.
Mas afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol numa garrafa de dois litros cheia d'água.
"Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explica Moser.
Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d'água.
"Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota", diz o inventor.
Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.
"Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts", afirma Moser.
Apagões
A inspiração para a "lâmpada de Moser" veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. "O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas", relembra.
Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.
O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e assim provocar fogo.
A ideia ficou na mente de Moser que, então, começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida.
Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.
"Eu nunca fiz desenho algum da ideia".
"Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo", ressalta Moser.
Pelo mundo
O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro.
Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.
"Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e, em um mês, economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Dá para imaginar?", comemora Moser.
Carmelinda, a esposa de Moser por 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas de madeira de qualidade.
Mas parece que ela não é a única que admira o marido inventor.
Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.
A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.
Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido "quantidades enormes de garrafas".
"Nós enchemos as garrafas com barro para criamos as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazermos as janelas", conta.
"Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: 'Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados'", relembra Diaz.
Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganharem uma pequena renda.
Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.
As luzes 'engarrafadas' também chegaram a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
Diaz disse que atualmente pode-se encontrar as lâmadas de Moser e comunidades vivendo em ilhas remotas. "Eles afirmam que eles viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da idéia".
Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, utilizando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas.
Diaz estima que pelo menos um milhão de pessoas irão se beneficiar da ideia até o começo do próximo ano.
"Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre", enfatiza o representante do MyShelter.
"Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admiram o que ele está fazendo".
Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto?
"Eu nunca imaginei isso, não", diz Moser emocionado.

"Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso".

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reprodução
Cientistas descobriram que pessoas doentes tinham maiores níveis de glifosato em seu corpo do que as pessoas sadias. Conheça os resultados destas pesquisas

Alexis Baden-Mayer - Sin Permiso / http://cartamaior.com.br/

A Monsanto investiu no herbicida glifosato e o levou ao mercado com o nome comercial de Roundup em 1974, após a proibição do DDT. Mas foi no final dos anos 1990 que o uso do Roundup se massificou graças a uma engenhosa estratégia de marketing da Monsanto. A estratégia? Sementes geneticamente modificadas para cultivos alimentares que podiam tolerar altas doses de Roundup. Com a introdução dessas sementes geneticamente modificadas, os agricultores podiam controlar facilmente as pragas em suas culturas de milho, soja, algodão, colza, beterraba açucareira, alfafa; cultivos que se desenvolviam bem enquanto as pragas em seu redor eram erradicadas pelo Roundup.


Ansiosa por vender seu emblemático herbicida, a Monsanto também incentivou os agricultores a usar o Roundup como agente dessecante, para secar seus cultivos e assim fazer a colheita mais rapidamente. De modo que o Roundup é usado rotineira e diretamente em grande quantidade de cultivos de organismos não modificados geneticamente, incluindo trigo, cevada, aveia, colza, linho, ervilha, lentilha, soja, feijão e beterraba açucareira.

Entre 1996 e 2011, o tão difundido uso de cultivos de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) Roundup aumentou o uso de herbicidas nos Estados Unidos em 243 milhões de kg – ainda que a Monsanto tenha assegurado que os cultivos de OGM reduziriam o uso de pesticidas e herbicidas.

A Monsanto falsificou dados sobre a segurança do Roundup e o vendeu para departamentos municipais de parques e jardins e também a consumidores como sendo biodegradável e estando de acordo com o meio ambiente, promovendo seu uso em valetas, parques infantis, campos de golf, pátios de escola, gramados e jardins privados. Um tribunal francês sentenciou que esse marketing equivalia a publicidade enganosa.

Nos quase 20 anos de intensa exposição, os cientistas documentaram as consequências para a saúde do Roundup e do glifosato na nossa comida, na água que bebemos, no ar que respiramos e nos lugares em que nossas crianças brincam.

Descobriram que as pessoas doentes têm maiores níveis de glifosato em seu corpo do que as pessoas sadias.

Também encontraram os seguintes problemas de saúde que eles atribuem à exposição ao Roundup e/ou ao glifosato:

1) TDHA: nas comunidades agrícolas, existe uma forte relação entre a exposição ao Roundup e o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, provavelmente devido à capacidade do glifosato de afetar as funções hormonais da tireoide.

2) Alzheimer: no laboratório, o Roundup causa o mesmo estresse oxidativo e morte de células neurais observados no Alzheimer. Isso afeta a CaMKII, uma proteína cuja desregulação também foi associada à doença.

3) Anencefalia (defeito de nascimento): uma pesquisa sobre os defeitos no tubo neural de bebês cujas mães viviam em um raio de mil metros de distância de onde se aplicava o pesticida mostrou uma associação entre o glifosato e a anencefalia; a ausência de uma grande porção do cérebro, do crânio e do pericrânio formado durante o desenvolvimento do embrião.

4) Autismo: o glifosato tem um número de efeitos biológicos alinhados a conhecidas patologias associadas ao autismo. Um desses paralelismos é a disbiose observada em crianças autistas e a toxicidade do glifosato para bactérias benéficas que combatem bactérias patológicas, assim como a alta resistência de bactérias patógenas ao glifosato. Além disso, a capacidade do glifosato de facilitar a acumulação de alumínio no cérebro poderia fazer deste a principal causa de autismo nos EUA.

5) Defeitos de nascença: o Roundup e o glifosato podem alterar a vitamina A (ácido retinoico), uma via de comunicação celular crucial para o desenvolvimento normal do feto. Os bebês cujas mães viviam em um rádio de 1 km em relação a campos com glifosato tiveram mais que o dobro de possibilidade de ter defeitos de nascença segundo um estudo paraguaio. Os defeitos congênitos se quadruplicaram na década seguinte a que os cultivos com Roundup chegaram ao Chaco, uma província da Argentina na qual o glifosato é utilizado entre 8 e 10 vezes mais por acre do que nos EUA. Um estudo em uma família agricultora nos EUA documentou elevados níveis de glifosato e defeitos de nascença em crianças, tais como ânus não perfurados, deficiências no crescimento hormonal, hipospádias (relacionada à normalidade da abertura urinária), defeitos no coração e micropênis.

6) Câncer cerebral: em um estudo comparativo entre crianças sadias e crianças com câncer cerebral, os pesquisadores detectaram que, se um dos pais estivera exposto ao Roundup dois anos antes do nascimento da criança, as possibilidades de ela desenvolver câncer no cérebro dobravam.

7) Câncer de mama: o glifosato induz o crescimento de células cancerígenas no peito por meio de receptores estrógenos. O único estudo em animais a longo prazo de exposição ao glifosato produziu ratas com tumores mamários e reduziu a expectativa de vida.

8) Câncer: pesquisas de porta em porta com 65 mil pessoas em comunidades agrárias da Argentina nas quais o Roundup foi utilizado – conhecidas como cidades fumigadas – mostraram médias de câncer entre duas e quatro vezes maiores do que a média nacional, com altos índices de câncer de mama, próstata e pulmão. Em uma comparação entre dois povos, naquele em que o Roundup fora aplicado, 31% dos moradores tinham algum familiar com câncer, ao passo que só 3% o tinham em um povoado sem Roundup. As médias mais elevadas de câncer entre as pessoas expostas ao Roundup provavelmente surgem da reconhecida capacidade do glifosato de induzir danos ao DNA, algo que foi demonstrado em inúmeras pesquisas de laboratório.

9) Intolerância ao glúten e doença celíaca: peixes expostos ao glifosato desenvolveram problemas digestivos que são reminiscentes da doença celíaca. Existem relações entre as características da doença celíaca e os conhecidos efeitos do glifosato. Isso inclui desajustes nas bactérias das tripas, deslocamento de enzimas implicadas na eliminação de toxinas, deficiências minerais e redução dos aminoácidos.

10) Doença crônica nos rins: os aumentos no uso do glifosato poderiam explicar as recentes ocorrências de falências renais entre os agricultores da América Central, do Sri Lanka e da Índia. Os cientistas concluíram que, “embora o glifosato por si só não provoque uma epidemia de doença renal crônica, parece que ele adquiriu a capacidade de destruir os tecidos renais de milhares de agricultores quando forma complexos com água calcária e metais nefrotóxicos”.

11) Colite: a toxidade do glifosato sobre bactérias benéficas que eliminam a clostridia, assim como a alta resistência da clostridia ao glifosato, poderia ser um fator significativo na predisposição ao sobrecrescimento da clostridia. O sobrecrescimento da clostridia, especialmente da colite pseudomembranosa, foi comprovado como causa da colite.

12) Depressão: o glifosato altera os processos químicos que influem na produção da serotonina, um importante neurotransmissor que regula o ânimo, o apetite e o sono. O desajuste da serotonina é vinculado à depressão.

13) Diabetes: Os níveis baixos de testosterona são um fator de risco para o tipo 2 de diabetes. Ratos alimentadas com doses significativas de Roundup em um período de 30 dias, abrangendo o começo da puberdade, tiveram uma redução na produção de testosterona suficiente para alterar a morfologia das células testiculares e o início da puberdade.

14) Doença cardíaca: o glifosato pode alterar as enzimas do corpo, causando disfunção lisossomal, um fator importante nas doenças e falências cardíacas.

15) Hipotireoidismo: uma pesquisa realizada de porta em porta com 65 mil pessoas em comunidades agrícolas na Argentina nas quais se usa o Roundup encontrou médias mais elevadas de hipotireoidismo.

16) Doença inflamatória intestinal: o glifosato pode induzir a deficiência severa do triptófano, que pode levar a uma grave doença inflamatória intestinal que desajusta severamente a capacidade de absorver nutrientes por meio do aparato digestivo devido à inflamação, hemorragias ou diarreia.

17) Doença hepática: doses muito baixas do Roundup podem alterar as funções das células no fígado, segundo um estudo publicado em 2009 na “Toxicology”.

18) Doença de Lou Gehrig: a deficiência de sulfato no cérebro foi associada à Esclerose Lateral Amiotrófica. O glifosato altera a transmissão de sulfato do aparelho digestivo ao fígado, e poderia levar a uma deficiência de sulfato em todos os tecidos, incluindo o cérebro.

19) Esclerose múltipla: encontrou-se uma correlação entre uma incidência aumentada de inflamação de intestino e a Esclerose Múltipla. O glifosato poderia ser um fator causal. A hipótese é que a inflamação intestinal induzida pelo glifosato faz com que bactérias do aparelho digestivo se infiltrem no sistema circulatório, ativando uma reação imune e, como consequência, uma desordem autoimune, resultando na destruição da bainha de mielina.

20) Linfoma Não-Hodgkin: uma revisão sistemática e uma série de meta-análises de quase três décadas de pesquisas epidemiológicas sobre a relação entre o linfoma não-hodgkin e a exposição a pesticidas agrícolas concluiu que o linfoma de célula B tinha uma associação positiva com o glifosato.

21) Doença de Parkinson: os efeitos danosos dos herbicidas sobre o cérebro foram reconhecidos como o principal fator ambiental associado a desordens neurodegenerativas, incluindo a doença de Parkinson. O início de Parkinson após a exposição ao glifosato foi bem documentado, e estudos em laboratório mostram que o glifosato provoca morte celular característica da doença.

22) Problemas na gravidez (infertilidade, morte fetal, aborto espontâneo): o glifosato é tóxico para as células da placenta, o que, segundo os cientistas, explicaria os problemas na gravidez de trabalhadoras agrícolas expostas ao herbicida.


23) Obesidade: uma experiência consistente na transmissão de uma bactéria do aparelho digestivo de um humano obeso para os aparelhos digestivos de ratos provocou obesidade nos ratos. Tendo o glifosato produzido uma mudança nas bactérias do aparelho digestivo de produtores de endotoxinas, a exposição ao glifosato poderia, dessa forma, contribuir com a obesidade.

24) Problemas reprodutivos: estudos de laboratório em animais concluíram que os ratos machos expostos a altos níveis de glifosato, tanto no desenvolvimento pré-natal ou da puberdade, padecem de problemas reprodutivos, incluindo o atraso na puberdade, a baixa produção de esperma e a baixa produção de testosterona.

25) Doenças respiratórias: as mesmas pesquisas com 65 mil pessoas na Argentina descobriram médias mais elevadas de doenças respiratórias crônicas.

Alexis Baden-Mayer é editor do Organic Consumers Fund.

Tradução de Daniella Cambaúva.


Créditos da foto: reprodução
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http://www.naoacredito.com.br/

Este truque parece ser bom demais para ser verdade. Pois dessa maneira seu corpo é limpo de forma 100% natural, sem que você tenha que fazer qualquer esforço. Tudo acontece enquanto você dorme. O segredo está nos nossos pés. E em um vegetal que tem fabulosas propriedades.

A medicina asiática sabe há centenas de anos de como os pés são importantes para o corpo humano. Eles dividem o corpo em várias zonas, nas quais os pés estão conectados com outros importantes órgãos. Esse conhecimento está presente também na tradicional acupuntura chinesa, que considera o estímulo de alguns pontos nos pés podem curar dores em outras partes do corpo, inclusive resistentes a tratamentos ocidentais tradicionais, como mágica.
facebook/Washington Reflexology Association

Aqui, o primeiro passo é cortar uma rodela de cebola.
flickr/(matt)
É bastante recomendável usar uma cebola orgânica, já que você não quer infestar seus pés descalços com pesticidas. A rodela deve ser plana, chata e não muito grossa, para que não fique muito desconfortável.
Então coloque a rodela de cebola na sola do pé e vista a meia por cima, de modo que ela não escorregue.
facebook/Kanal D Romania
Enquanto você dorme, o pé puxará os saudáveis vapores de cebola, estimulando todas as regiões com as quais o pé está conectado.
As vantagens…
twitter/ Sabías que
1. Purifica o sangue. Uma vez que a cebola tem ácido fosfórico, o sangue de todo o corpo vai sendo purificado conforme passa pelo pé.
2. Mata germes e bactérias que estão no sangue que passa pelos pés.
3. Apesar de ser difícil de acreditar nisso, uma vez que a cebola crua tem um cheiro bem forte e, para muitos desagradável, seus pés ficarão com um odor melhor. Todas as substâncias ruins - e que provocam o chulé - são puxadas do pé pela cebola.
Esta dica vale não apenas para os que se preocupam em levar uma vida supersaudável, mas para todos aqueles que querem simplesmente fazer algo de bom pelo próprio corpo. Também em casos de doença é um ótimo e descomplicado aliado que ajuda o sistema imunológico a se fortalecer.
Compartilhe este método simples e bacana de fazer algo bom por si mesmo e de superar enfermidades com mais rapidez.
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http://cupeid.com/
Quase um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O que vem do campo pode não ter apenas nutrientes, mas também resíduos dos produtos usados para proteger as plantações. Agrotóxico em excesso ninguém quer.

CÂNCER
A ingestão de comida com excesso de agrotóxicos de forma prolongada pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal.
Pesquisas recentes mostram a relação da exposição a essas substâncias com doenças do sistema nervoso.
Em 2010, a Academia Americana de Pediatria fez uma pesquisa com 1.100 crianças e constatou que as 119 que apresentaram transtorno de déficit de atenção tinham resíduo de organofosforado (molécula usada em agrotóxicos) na urina acima da média de outras crianças.
Em 2010, foi usado 1 milhão de toneladas de agrotóxicos em lavouras do país. Ou seja, 5 kg por brasileiro.
Veja baixo a quantidade em porcentagem que cada alimento contém de contaminação.
1 Pimentão 91,8%
2 Morango  63,4%
3 Pepino  57,4%
4 Alface  54,2%
5 Cenoura  49,6%
6 Abacaxi  32,8%
7 Beterraba 32,6%
8 Couve  31,9%
9 Mamão  30,4%
10 Tomate  16,3%
11 Laranja  12,2%
12 Maçã  8,9%
13 Arroz  7,4%
14 Feijão  6,5%
15 Repolho  6,3%
16 Manga  4%
17 Cebola  3,1%
18 Batata  0%
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Para muitas pessoas, é muito difícil conciliar uma dieta saborosa com uma dieta saudável. e muitas vezes a pressa acaba tornando as coisas ainda piores, e nem sequer prestamos atenção no que estamos comendo.
Muitos alimentos são nocivos à saúde, e provocam efeitos negativos quanto consumidos em excesso.
Se você quiser ter uma vida mais saudável, deveria considerar parar de comer esses alimentos.

Refeições prontas congeladas

São alimentos práticos, sem dúvida. Acontece que eles são uma grande armadilha para nossa saúde, uma vez que são ricos em sódio e gorduras saturadas, além de conservantes, associados ao aumento de chance de desenvolver câncer.

Bolacha recheada

Um dos alimentos preferidos dos jovens são os biscoitos recheados, ricos em gordura saturada e que causam um desequilíbrio nas taxas de colesterol provocado pelo aumento do LDL (colesterol ruim) e redução do HDL (colesterol bom). Isso pode a longo prazo provocar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Isso sem falar na grande quantidade de açúcar, que causa diabetes e obesidade.

Refrigerante

Vilão clássico de uma vida saudável, refrigerantes possuem aproximadamente 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias e entre 30 e 55mg de cafeína, além dos corantes. Tudo isso provoca uma acidez onde são necessários 30 copos de água para neutralizar, e seu rim não agradece por isso. Como defesa contra essa acidez, o organismo libera o cálcio dos ossos na corrente sanguínea, o que pode causar osteoporose.

Refrigerante Diet

Ao contrário do que muitos pensam, refrigerantes diets acabam sendo ainda piores para o organismo do que os comuns, pois eles possuem aspartame, substância associada a doenças como ansiedade, compulsão alimentar, nascimento de crianças defeituosas, cegueira, tumores, epilepsia, hiperatividade, TPM, entre outros.

Caldos e temperos industrializados

Você adiciona temperos e caldos industrializados em suas refeições? Deveria parar com isso. Esses ingredientes têm um alto teor de sódio, que causa hipertensão arterial, nefropatias e cardiopatias, além de glutamato monossódico, associado ao surgimento de doenças no sistema nervoso (como Alzheimer e Parkinson) quando consumido em excesso.

Sucos de caixinha


Parecem saudáveis, não? Só parecem. Esses sucos geralmente são vendidos como ricos em néctares que substituem as próprias frutas. Acontece que neles quase não existem nutrientes delas. Enquanto sucos de caixinha possuem um alto teor de açúcares, eles possuem uma baixa porcentagem de frutas. Eles também são ricos em corantes e conservantes que podem causar desde alergias até câncer a longo prazo.
Dê sempre preferência a sucos naturais – quando não há, tome água.

Cachorro quente

Muito prático também. O principal ingrediente do popular hot dog é a salsicha, rica em nitritos e nitratos associados ao desenvolvimento de câncer de estômago, além de sódio e gorduras saturadas.

Batata frita

Batata é saudável, mas não frita. Quando ela é exposta à altas temperaturas da fritura, ela perde suas propriedades naturais, além de desenvolver glicação, alteração molecular provocada pela fritura e que pode provocar câncer e doenças cardiovasculares. Opte por comer batata assada ou cozida.

Salgadinho de batata

Esses salgadinhos são ricos em gordura trans, e pior do que isso, possuem substâncias altamente cancerígenas, como a acrilamida, criada quando batatas brancas são muito aquecidas.

Salgadinho de Milho

Esses alimentos são ricos em sódio. Caso seja muito fã desses salgadinhos, opte pelos que possuem índices reduzidos, mas evite comer com frequência.

Sorvete

Sorvetes de massa são ricos em gordura trans e corantes. Dê sempre preferência aqueles com baixos níveis dessa gordura ou o bom e velho picolé de frutas.
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http://www.revistadomeioambiente.org.br/
Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:
Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.

Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.
O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.
O artigo original pode ser conferido aqui.
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Por: Carlota Ming/http://www.playgroundmag.net/

O que eles têm alguns que sempre ganha? O erro ainda se cercar de sorrisos e tapinhas nas costas? É o magnetismo físico? É o poder de auto-confiança?

Impressionar um grupo de estranhos, ser promovido, caindo bem sem esforço ou obter mais de 400 retweets feitos nem sempre estão ligados ao objectivo do nosso peso sentenças. A fórmula secreta para ganhar ou sair de qualquer situação consiste em truques psicológicos simples e até mesmo a postura.
Pelo menos isso é o que é derivado de vários fóruns e sites dedicados ao assunto. Passe Reddit este outro Quora através de páginas Distractify eThought Catalog , esforço Internet para desvendar as chaves da retórica é impressionante. 
Estes são alguns dos melhores.
1 A primeira ea última mordida. maioria das pessoas só se lembra da primeira e última coisa que acontece em uma conversa, apenas o meio. Se você tem que marcar uma entrevista, é melhor você ser uma das duas extremidades do cronograma. Tendo a última palavra não conta.
Empresa 2. Ponte reto e remove as mãos dos bolsos. Cabeça erguida não é um clichê ou um hobby de nossas mães. Você vai se sentir melhor e acordar mais confiança. Como demonstrado no vídeo abaixo, o que você vê é o que você ouve.

Eastwood 3 Modo Calma. Saiba calar a boca e parar de nossos impulsos pode ser um grande investimento social. Um usuário do Reddit explica que quando alguém está zangado com ele, o seu método favorito é manter-se calmo. Que o seu parceiro fica com raiva e faz, em seguida, envergonhado.
4 Não hesite. Evite chavões como "eu acho", "eu acho" ou "dizer" a menos que seja absolutamente necessário. Restante força e convicção para suas declarações. 
5 Mirror, Mirror. Se você trabalha com o público, tentar ter um espelho na sua volta. Isso fará com que os clientes vêem o seu rosto todo o tempo e relaxar a sua raiva. Outra dica: se você quiser alguém em quem confiar você imita rapidamente sua postura: pernas cruzadas, a abordagem corpo. Isso irá gerar uma afinidade inconsciente com você.
6 Tonto o primeiro a falar. Este truque tem interesse especial para fins comerciais e vendedores. Depois de ter exposto as características do produto e seu preço, em silêncio e aguarda uma resposta. Apesar de desconfortável silêncio, o primeiro a falar vai ganhar o jogo. Isso não acontece sempre, mas muitas vezes. Se você perguntar a alguém alguma coisa e apenas parcialmente atendida, esperar e olhar em seus olhos.
7 Chicle. aproxima Se a situação o deixa nervoso, como falar em público, a goma de mascar os momentos. Nosso cérebro reage, baixando nosso nível de alerta: não comeria se estivéssemos em perigo.
8 O estresse também é coragem. olho: antes dos grandes desafios, os efeitos físicos do estresse (dificuldade respiratória ou um ritmo cardíaco acelerado) pode ajudar. Você deve reinterpretar imediatamente: o seu corpo está a construir-se de coragem. 
9 Bons tempos. Outra elementos que as pessoas costumam ficar é a forma como você as fez sentir. Neste sentido, peguntar sobre eles, mostrar interesse, é um grande conselho. Se você vai a uma entrevista de emprego, ter interesse em seu assunto: faz você parecer interessante e dinâmico.
A Touch of Evil 10. Quando uma pessoa é estado de espírito cansado ou baixa para um rompimento, é mais vulnerável. A melhor época para fazer certas coisas que o incomodam. É feio, mas funciona.
11 Olha para os pés. Se você se aproxima de uma conversa entre duas pessoas e eles simplesmente virar as torsos, e não os seus pés, eles não estão dando boas-vindas. Se você quiser saber se alguém presta atenção, certifique-se seus pés são direcionados para você.
12 Olhe para o riso. Quando um grupo de pessoas rindo coletivamente, cada olhar para aquele ou aqueles com quem têm mais afinidade. Este é saber que liga ou amizades existem no seu local de trabalho.
13 Regular a sua raiva. Se o carro na frente de você está fazendo você nervoso e você acha que seu avô dirige como, imagino que é seu avô.Lembre-se que perder a paciência significa perder.
14 linguagem não-verbal. Temos ouvido muitas vezes, mas tem dificuldade em lembrar. Nosso cérebro e, portanto, também a dos outros, ele registra mais informações sobre a comunicar a nossa cara, postura e atitude que sai de nossa boca. Para anestesiar a parte criativa do nosso cérebro teria de ser constantemente concentrar muito. O vídeo a seguir mostra os mecanismos neurais que nos fazem assim processar informações.


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O alecrim, originário da região do Mediterrâneo, é uma das ervas mais completas em termos de benefícios à saúde. Devido às suas propriedades, ele já se tornou frequente objeto de estudo de cientistas.

Também chamada de erva da alegria, seus óleos essenciais favorecem a produção de neurotransmissores responsáveis pelo bem estar. Ele é muito utilizado como aromatizante de ambientes, por ter odor agradável, e realça os sabores de alimentos como assados, carnes, legumes, molhos e pães.

A erva é considerada um excelente fitoterápico, por conter substâncias bioativas. As folhas secas ou frescas do alecrim são utilizadas para a preparação de chás e tinturas. As partes floridas são empregadas na produção de óleo essencial.

O CicloVivo separou dez dos muitos benefícios do alecrim, veja abaixo:

1 – Combate à tosse, gripe e asma

Por ser estimulante, o alecrim é indicado para controle da tosse e da gripe, além de combater crises de asma. As tosses acompanhadas com catarros também são eliminadas pelo alecrim devido a sua excelente ação expectorante.

2 – Equilibra a pressão arterial

A planta medicinal também é uma grande amiga para tratar a pressão alta, pois possui propriedades que ajudam a melhorar a circulação sanguínea.

3 – Auxilia o tratamento de dores reumáticas e contusões

Uma solução natural para o reumatismo que ajuda a aliviar as dores é utilizar compressas de alecrim. Pode-se aplicar o alecrim in natura ou o óleo essencial. Também é eficaz no tratamento de entorses e contusões.

4 – É diurético e ajuda a digestão

O alecrim é rico em minerais como o potássio, cálcio, sódio, magnésio e fósforo. A ingestão dessas vitaminas e minerais favorece a perda de peso por ter ação diurética. O chá do Alecrim é digestivo e sudorífero, o que faz aliviar os sintomas da má digestão. Além disso, auxilia na limpeza do fígado.

5 – Auxilia a menstruação

O chá do alecrim facilita a menstruação e alivia as cólicas menstruais.

6 – Reduz gases intestinais

Doses diárias do chá ou da tintura de alecrim são indicados para redução de gases intestinais, responsáveis pelo incômodo de muitas pessoas, por ter ação carminativa.

7 – Combate o stress

Conhecido por relaxar os nervos e acalmar os músculos, o alecrim aumenta o fluxo sanguíneo estimulando o cérebro e a memória. Por conter ácido carnósico, um ácido com propriedades antioxidantes essencial para o sistema nervoso, ajuda a lidar com situações de stress. Muito indicado para situações de estafa mental.

8 – Tratamento de hemorroidas

Para o tratamento via oral de hemorroidas inflamadas, o consumo da tintura do alecrim, por dez dias, pode ser eficaz.

9 – Reduz o mau hálito

A tintura diluída em água serve para bochechos contra o mau hálito, aftas, estomatites e gengivites.

10 – Tratamento para o couro cabeludo

Indicado como fortificante do couro cabeludo, como anti-caspa e também contra a queda de cabelo.


Contraindicações: O chá ou tintura deve ser evitado na gravidez ou lactação, menores de 12 anos, prostáticos e pessoas com diarreia. A ingestão de doses elevadas provoca irritações gastrointestinais e nefrite. A essência de alecrim pode ser irritante para pele.
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O ingrediente ativo na cúrcuma é a cúrcumina. Cúrcuma tem sido usado por mais de 2500 anos na Índia, onde foi provavelmente usado pela primeira vez como um corante.
As propriedades medicinais desta especiaria foram lentamente se revelando ao longo dos séculos. Muito conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias, uma pesquisa recente revelou que a cúrcuma é uma maravilha natural, provando benéfico no tratamento de muitos problemas de saúde, como câncer e mal de Alzheimer. Aqui estão 20 benefícios do Cúrcuma para saúde:

1. É um agente anti-séptico e antibacteriano natural, muito utilizado na desinfecção de cortes e queimaduras.
2. Quando combinado com a couve-flor, ele ajuda a prevenir o câncer da próstata e pode parar o crescimento do câncer existente.
3. Impediu do câncer de mama se espalhar para os pulmões em camundongos.
4. Pode prevenir o melanoma, que é causada por células de melanoma existentes que cometem suicídio.
5. Reduz o risco de leucemia infantil.
6. É um desintoxicante do fígado natural.
7. Pode prevenir e retardar a progressão da doença de Alzheimer através da remoção da placa amyloyd acumulada no cérebro.
8. Pode prevenir que ocorra metástases em muitas formas diferentes de câncer.
9. É um potente anti-inflamatório natural que funciona tão bem como muitas drogas anti-inflamatórias, mas sem os efeitos secundários.
10. Tem se mostrado promissora em retardar a progressão da esclerose múltipla em camundongos.
11. É um analgésico natural e COX-2 inibidor.
12. Pode ajudar no metabolismo da gordura e ajuda no controle do peso.
13. Tem sido usada na medicina chinesa como um tratamento para a depressão.
14. Devido às suas propriedades anti-inflamatórias, é um tratamento natural para a artrite e a artrite reumatoide.
15. Aumenta os efeitos da quimioterapia com paclitaxel fármaco, e reduz os seus efeitos secundários.
16. Estudos promissores estão em curso sobre os efeitos da cúrcuma sobre o câncer de pâncreas.
17. estudos promissores estão em curso sobre os efeitos positivos da cúrcuma em mielona múltiplo.
18. Foi demonstrado que pode parar o crescimento de novos vasos sanguíneos em tumores.
19. Acelera a cicatrização de feridas e auxilia na remodelação da pele danificada.
20. Pode ajudar no tratamento de psoríase e outras condições inflamatórias da pele.
Cúrcuma pode ser tomado em forma de pó ou comprimido. Ele está disponível em forma de pílula na maioria das lojas de alimentos saudáveis, geralmente em cápsulas de 250 500mg.
Uma vez que você começar a usar a Cúrcuma em uma base regular, é divertido para encontrar novas maneiras de usá-lo em receitas. Minha maneira favorita de usá-lo é adicionar uma pitada na salada de ovo. Ele adiciona um sabor agradável e dá a salada de ovo uma rica tonalidade amarela.

Contra-indicações: Cúrcuma não deve ser usado por pessoas com cálculos biliares ou obstrução biliar. Apesar da Cúrcuma ser frequentemente usado por mulheres grávidas, é importante consultar um médico antes de fazer isso, a cúrcuma pode ser um estimulante uterino.
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