Nonato Menezes - Pessoas públicas, empresas e ou
Instituições, notadamente ricas, assim como os inocentes úteis, quando não
assumem formal e publicamente revelam, “sem perceber” a ojeriza ao nosso País,
aos nossos valores, aos nossos interesses. Prova disso são os clichês que
costumamos ouvir no dia-a-dia; seja no bar, na Escola, nas Universidades, em
todos os lugares e de todas as classes sociais: “no Brasil é assim mesmo!”,
“isto só pode ter sido produzido aqui no Brasil!”, “tem que ser brasileiro!”
etc.
A força desse discurso parece inibir aquele que
defende o que é nosso. E não é difícil encontrar quem se apequene diante dessa
falação calhorda, entreguista, humilhante.
Eis que a Internet fraturou o discurso hegemônico
da nossa elite; origem de toda essa homilia perversa e atrasada. É um espaço
extraordinário para o contraditório, para o desvelamento da hipocrisia que
reina nos corações e mentes de milhões de brasileiros, sobretudo no que diz
respeito à “inferioridade da nossa cultura, dos nossos valores, da nossa
gente”.
Então!
Aos que compartilham com este pensamento,
convido-os ao trabalho de apontar pessoas públicas, instituições e empresas
que, de alguma maneira, se mostrem contra nosso País, nossos interesses, nossos
valores.
Um dos exemplos é este:
“Dinheiro da CIA para FHC
“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios
da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o
representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe
oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”. Esta
história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada
na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da
jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997,
tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69.
Fundação Ford
Há menos de
60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no
máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e
sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de
direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino
e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória
Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap
(Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca
foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o
compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
Agente da CIA
Os americanos
não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços
prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista
chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro “Dependência
e desenvolvimento na América Latina”, em que os dois defendiam a tese de que
países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se
dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.
Montado na
cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma
“personalidade internacional” e passou a dar “aulas” e fazer “conferências” em
universidades norte-americanas e europeias. Era “um homem da Fundação Ford”. E
o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço
secreto dos EUA.”
Há prova mais cristalina do que esta?
Procedimentos:
1.
Apontar uma pessoa pública, uma empresa, uma Instituição que faça
discurso ou tenha um prática contra os princípios apontados acima;
2.
Encarrego-me de editar a matéria e publico neste blog:
http://www.alemdarena.blogspot.com.br/, com intuito de concentrar as matérias.
3.
Divulgar nas redes sociais, fazer comentários, promover o debate;
4.
Enviar sugestão para: alemdarena@gmail.com
5.
Defender o que é nosso, sem xenofobia.

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