Nonato Menezes - Pessoas públicas, empresas e ou
Instituições, notadamente ricas, assim como os inocentes úteis, quando não assumem
formal e publicamente revelam, “sem perceber” a ojeriza ao nosso País, aos
nossos valores, aos nossos interesses. Prova disso são os clichês que costumamos
ouvir no dia-a-dia; seja no bar, na Escola, nas Universidades, em todos os
lugares e de todas as classes sociais: “no Brasil é assim mesmo!”, “isto só
pode ter sido produzido aqui no Brasil!”, “tem que ser brasileiro!” etc.
A força desse discurso parece
inibir aquele que defende o que é nosso. E não é difícil encontrar quem se
apequene diante dessa falação calhorda, entreguista, humilhante.
Eis que a Internet fraturou o
discurso hegemônico da nossa elite; origem de toda essa homilia perversa e
atrasada. É um espaço extraordinário para o contraditório, para o desvelamento
da hipocrisia que reina nos corações e mentes de milhões de brasileiros, sobretudo
no que diz respeito à “inferioridade da nossa cultura, dos nossos valores, da
nossa gente”.
Então!
Aos que compartilham com este
pensamento, convido-os ao trabalho de apontar pessoas públicas, instituições e
empresas que, de alguma maneira, se mostrem contra nosso País, nossos
interesses, nossos valores.
Um exemplo pode ser este:
"o escritor Monteiro
Lobato, aflito com a incultura e particularmente com contingente de iletrados,
solicitou aos donos de "O Estado de S. Paulo" que o jornal fosse
utilizado na luta para vencer o vergonhoso quadro de milhões e milhões de
analfabetos no país. Após muito pensar, um dos proprietários respondeu ao
criador do Sítio do Pica-pau Amarelo, provavelmente com o mesmo tom com que
hoje condenam o voto dos pobres a uma espécie de sub-voto: “Ô Lobato, mas se
todo mundo aprender a ler... quem é que vai pegar no cabo da enxada?”
Há prova mais cristalina do que
esta?
Procedimentos:
1.
Apontar uma pessoa pública, uma empresa, uma
Instituição que faça discurso ou tenha um prática contra os princípios
apontados acima;
2.
Encarrego-me de editar a matéria e publico neste
blog: http://www.alemdarena.blogspot.com.br/,
com intuito de concentrar as matérias.
3.
Divulgar nas redes sociais, fazer comentários,
promover o debate;
4.
Enviar sugestão para: alemdarena@gmail.com
5.
Defender o que é nosso, sem xenofobia.

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