Santa Catarina e Rio Grande do Sul serão vítimas de campanha nazista com implementação de campos de trabalho forçados em presídios.
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Um passo adiante na política fascista. | Foto: NSC
Os governos estaduais de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ambos governados por Bolsonaristas – Moisés e Eduardo Leite -, anunciaram de conjunto uma política tipicamente nazista: a formação de campos de trabalhos em presídios com a finalidade de diminuir os custos e aumentar a renda dos capitalistas.
Ambos os estados já concederam terrenos para a construção destes novos presídios, sendo que os mesmos serão destinados completamente à iniciativa privada por pelo menos 35 anos.
O sistema carcerário brasileiro já é considerado um dos piores em todo o mundo. Com uma população nos presídios que ultrapassa 700 mil pessoas em todo o País. Contudo, com a privatização geral de suas unidades, a situação tende apenas a piorar.
A notícia que campos de trabalho forçado serão implementados nos dois estados do Sul demonstra na prática os resultados desta política fascista. O empresários são sinceros: trabalhar para reduzir os custos.
Os presídios brasileiros já são superlotados devido a este fator, no entanto com o trabalho forçado esta exploração ganha um caráter ainda mais alarmante. A arquitetura destes presídios inclusive, prevê o acoplamento de indústrias aos locais, como maneira de introduzir os trabalhadores diretamente na produção capitalista.
Assim, os capitalistas ganham para si praticamente uma espécie de trabalho escravo regulamentado, com um salário mínimo a ser pago, porém, com funcionários disponíveis a longo prazo.
Em todo o Brasil, com exceção apenas do município de Ribeirão das Neves (MG), onde há um presídio funcionando com o controle total da iniciativa privada, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os pilares para desenvolver esta política em âmbito nacional.
Na prática, os capitalistas mostram ser os principais mentores desta campanha nazista, que visa implementar verdadeiros campos de trabalho forçado pelo país.
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