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O embate público entre Trump e o Papado não é apenas como uma disputa ruidosa por lucros políticos, mas é a face visível de uma profunda incursão teológica e ideológica orquestrada por elites tecnológicas do Vale do Silício
1.
Nos últimos dias o mundo assiste um dos mais novos factóides de Donald Trump, em torno da Igreja Católica e da figura de Jesus. Há pouco o Irã publicou um vídeo de Inteligência artificial pastichando uma imagem feita pelo próprio Donald Trump,1 na qual ele representava a si próprio como Cristo.2 Isso ocorreu em meio a críticas ao Papa, o qual acusa3 aqueles que usam o nome de Jesus para praticar guerra e violência. Leão XIV considerou as ameaças de Donald Trump de aniquilar a civilização iraniana inaceitáveis, sendo “dever moral” opor-se a elas.4
A imagem de Donald Trump não foi bem recebida e ele recuou, dizendo que não representava Jesus e sim um médico5 (no Brasil, as redes de fake news da ultradireita inverteram os termos e criaram uma imagem semelhante na qual Lula, e não Donald Trump, bancavam Jesus).
Mas, diante da persistência do Papa, Donald Trump tentou emendar e, após dizer que o Papa é “fraco”,6 afirmou que ele “precisa entender o mundo real” para além dos cultos e sermões. Já J. D. Vance, o vice de Donald Trump (convertido ao catolicismo em 2019), ousou dar sermão no próprio Papa dizendo que ele deveria ter mais cuidado ao falar de teologia7 – o afinal, segundo Vance, Deus não estaria do lado dos EUA na libertação dos franceses da ocupação nazista, e dos judeus dos campos de concentração?
Para além das concordâncias ou discordâncias para com Donald Trump, a função dessa efeméride é clara: a invasão no campo teológico serve para que Donald Trump e J. D. Vance apostem em algum lucro político (atenta a isso, a Igreja Católica dos EUA refutou qualquer argumento de “guerra santa”8).
Analistas como Giuliano Da Empoli9 diriam que essa é mais uma estratégia da ultradireita para dominar a pauta e a discussão pública, escolhendo os termos do debate (por ex.: ludibriados com a questão teológica, esqueceríamos que Donald Trump, no fundo, sequer tem uma pauta clara, ou mesmo, os cristãos que caem no truque percebem um político ainda “melhor” por carregar valores religiosos).
2.
Mas a invasão política no campo teológico, aplicada a Donald Trump, não deixa de ser dessa vez ainda mais curiosa. Pois, nos últimos dias, um dos principais apoiadores de Donald Trump, e um dos responsáveis pela ascensão política de J. D. Vance e sua escolha como vice-presidente, esteve em Roma para uma série de palestras sobre um tema teológico: o “anticristo”. Além disso, a Big Tech criada por ele acabou de publicar um manifesto político-ideológico.
Trata-se de Peter Thiel, co-fundador da PayPal, um dos primeiros investidores do Facebook (investiu 500 mil dólares em 2004 e vendeu por 1 bilhão em 2012), bilionário próximo aos outros bilionários do Vale do Silício e financiador de campanha de Donald Trump desde 2016. Peter Thiel também é mentor de J. D. Vance, financiou sua trajetória política (com um dos maiores montantes da história dos EUA) e influenciou em sua escolha como vice-presidente.10 Ele criou em 2003 a Palantir, empresa militar de Inteligência artificial e segurança a qual, dentre outras, é utilizada por Israel em Gaza e pelos EUA nos bombardeios do Irã e nas deportações contra imigrantes do ICE (há quem diga que auxiliou também a encontrar Bin Laden).
O Palantir, vale lembrar, é uma espécie de bola de cristal descrita por Tolkien em suas histórias de O senhor dos anéis, que consegue observar qualquer evento da Terra Média. Quanto à empresa Palantir, é uma agência de informação que emprega Inteligência artificial para microssegmentar padrões de interação em múltiplas fontes, da internet ao GPS. Ela almeja cobrir as interações de todos os usuários do mundo para ser capaz de prever itens microssegmentados tais como comportamentos “terroristas”, “criminosos” e de “manifestantes”, isto é, qualquer padrão de usuário ao gosto do freguês. Além de serviços militares, a Palantir também realiza serviços privados, e já esteve ligada a casos como o da Cambridge Analytica. A parte mais substancial da Palantir, e da receita de Peter Thiel, vem do governo dos EUA.
Mas o que isso tudo tem a ver com as palestras de Peter Thiel sobre o anticristo? É o fato dele não ser apenas um bilionário-investidor de uma beneficiária da defesa norte-americana, mas uma espécie de ideólogo do Vale de Silício, financiador de Donald Trump e mentor de J. D. Vance. Também formado em filosofia, Peter Thiel provém dos círculos libertarianos, acompanhou René Girard em vida e é leitor de figuras como Carl Schmitt e Leo Strauss.11 Suas palestras sobre o anticristo são a portas fechadas, com público convidado e sem abertura para gravação.
3.
Enquanto a imprensa anunciava o Papa contra Donald Trump (e não, curiosamente, Donald Trump – quem provocou as situações – contra o Papa), Peter Thiel realizava suas palestras. Nelas, ele basicamente junta um dado teológico e outro histórico. O dado teológico é a passagem de 1 Tessalonicenses 5:3, na qual “quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão”. O que significa: quando o mundo acreditar que está em “paz e segurança”, eis o momento do anticristo e do apocalipse, razão para desconfiar dos discursos hegemônicos sobre paz e segurança. E o dado histórico é o filme One world or none, de 1946, que reúne uma advertência dos cientistas americanos sobre os riscos da bomba atômica. Segundo o filme, ou a humanidade deveria escolher uma espécie de governo mundial, que regule as atividades tecnológicas, ou não haverá mais mundo.
Peter Thiel reúne as duas figuras numa tentativa de argumento escatológico: o Armagedon viria num momento em que a humanidade se alinha numa espécie de governo mundial ou integrado – o anticristo, aquele que prometeria segurança, mas traria consigo o caos – e, ao mesmo tempo, o fechamento das alternativas num governo mundial leva ao resultado de que teríamos apenas “um mundo” ou “nenhum” – ou, melhor entendido, o “um mundo” certamente conduziria ao “nenhum mundo”, ou igualmente, o “anticristo” ao armagedon.
Quais seriam os avatares do anticristo ou do “um mundo” de Peter Thiel? Eles são boa parte do que representa o iluminismo e suas consequências, embora encaradas de modo bastante difuso (pois reúnem também elementos não-iluministas e Peter Thiel tambem chega a chamar seus opositores de “antigo regime”12). Um exemplo recorrente empregado por ele é o de Greta Thunberg: ela é um exemplar do “um mundo” ou anticristo do socioambientalismo, das medidas unidas de contenção do aquecimento global, da regulamentação contra o desenvolvimento desenfreado das tecnologias e suas inovações (numa entrevista realizada em 2025,13 ele pergunta: por que alguém não poderia ter um reator nuclear caseiro na Argentina?).
Para Peter Thiel, Greta Thunberg não representa certo ápice do pensamento liberal e moderno, da liberdade individual e da capacidade dos diferentes agentes em formar consenso publicamente compartilhado; ela também não representa o desenvolvimento tecnológico que é capaz de prever eventos ambientais complexos e, assim, criar agências para evitá-los e tecnologias alternativas. Para ele, Greta Thunberg representa um movimento retrógrado, de uma velharia habituada ao mundo pré-internet que não sabe usar inovações informáticas e tecnológicas e impediria maiores desenvolvimentos.
Outro representante do “um mundo” e do “anticristo” é a ONU e as tentativas de harmonização entre decisões multilaterais e consenso nos estados modernos. Outro caso, ainda, é a acusação difusa de “socialismo” e “totalitarismo” aspergida contra atores tão diversos entre si quanto a URSS de Stalin, políticos do partido democrata e os partidos e pensamentos considerados “de esquerda”.
3.
As medidas reguladoras da internet também são o “um mundo” do “anticristo”: tanto aquelas que buscam evitar ações de pedofilia regulando o acesso das crianças às redes sociais (semelhantes às da Austrália), como aquelas, iguais às do Brasil, que tiraram o twitter-X do ar devido ao descumprimento da legislação.
Como se vê, a posição é homóloga àquela contra Greta Thunberg: essas entidades modernas e suas tentativas de regulação – propiciadas inclusive pelos avanços científicos – seriam velharia e não a inovação necessária, pois seriam algo do “antigo regime”, um obstáculo para o que Peter Thiel enxerga sob a necessidade do que considera inovações irrestritas e uma internet sem freios.
É preciso – diz Peter Thiel – de uma internet livre, e não de uma “ditadura orwelliana”, aquela mesma do Big Brother.14 Sua imagem é a de que a internet traria avanços e a necessidade de uma “liberdade” sempre reprimida pelos velhos mecanismos caquéticos e “pré-internet” ainda vigentes pelo dito “antigo regime” (não parece distante a referência a figuras como Joe Biden ou Bernie Sanders).
O “um mundo” – o anticristo – também está representado para Peter Thiel nas universidades, as quais – para ele – não ousam ou inovam como poderiam, e se fixam em discursos mais reguladores do que inovadores. Ou elas se perderiam em questões triviais, ou em questões gerais, todas sem importância15. Além de não cultivarem mais grandes inovações (como se, por exemplo, o próprio Vale do Silício não tivesse condições de possibilidade nas universidades norte-americanas), as universidades também se perderiam em pensamentos fragmentários.
Num misto de argumento acadêmico e político, Peter Thiel chega a dizer que as universidades não ousam mais como os filósofos do contexto da Revolução Científica do século XVII – como Francis Bacon –, e que por isso mesmo, se personagens como o Dr. Strangelove (de Kubrick) são ficção em nossa época e seriam o anticristo no século XVII, o anticristo atual seria o “luddismo” atribuído ao espírito de Greta Thunberg e aos demais citados acima.16 Eventos como o Projeto Manhattan ou Apolo 11 não seriam empreendimentos norte-americanos no contexto da II Guerra ou da Guerra Fria, mas espécies de avatares tecnológicos da humanidade reprimidos pelo movimento hippie, o desenvolvimento das Nações Unidas e universidades que desistiram de pensar.
Peter Thiel também é uma espécie de autodiscípulo de René Girard17 e admirador de seu argumento sobre a mimese.18 Conforme um documentário chamado The architect of dissidence alude,19 a influência desse argumento ao mesmo tempo conduz Peter Thiel a interpretar o mundo (e os valores do “um mundo” e do “anticristo” nele contidos) e a investir tendo em vista os mesmos valores que reprova.
O que o teria levado Peter Thiel a investir no Facebook é precisamente o diagnóstico de que as pessoas desejam o que as outras desejam, tornando-se máquinas miméticas umas das outras. A busca por validação por likes e comments, a perpétua autocomparação com a própria imagem e com a dos outros, a ocasional formação de figuras ideais e a destruição delas como bodes expiatórios, esses procedimentos de mímese são o que levaria Peter Thiel ao mesmo tempo a desacreditar das pessoas, mas também a investir num instrumento que canaliza suas condutas miméticas!
5.
Essa coleção de figuras e anedotas históricas, filosóficas e teológicas, em Peter Thiel, parece se reunir com seu pensamento de investidor. Pois ele também publicou um livro chamado De zero a um, focado em startups e estratégias corporativas.20 O argumento básico contrapõe inovação contra globalização, e no mesmo espírito contrapõe a inovação que tende ao monopólio contra o espírito de ampla concorrência. “A competição é para perdedores”, ilustra um de seus textos.21
Todos esses temas estão igualmente presentes no artigo que Peter Thiel publicou em 2024 sobre a eleição de Donald Trump no Finantial Times, saudando-o.23 Conforme diversas das referências acima, e também as entrevistas de Peter Thiel, Donald Trump não é exatamente o candidato ideal, mas dadas as circunstâncias, é o mais conveniente (ou menos inconveniente). O próprio J. D. Vance24 – lembremos que foi mentorado por Peter Thiel – teve sua fase de opositor a Donald Trump e chegou a chamá-lo de um possível Hitler. Mas nada disso está hoje em jogo. No acumulado geral, Donald Trump é uma espécie de candidato que satisfaz diversos dos critérios acima. O maior deles é que Donald Trump representa dissidência, ruptura, e suas ações consideradas então “sem regulação” seriam uma janela de possibilidade contra os ditos “um mundo” ou “anticristo”.
O ritmo binário e das escolhas entre opostos percorre todos os temas acima. Haveria dois lados, apenas eles, e a tarefa ética do homem do século XXI seria escolher um deles. Um desses lados reúne as más escolhas do “um mundo” e do “anticristo”. O outro, inspirado por figuras como Constantino e a igreja institucionalizada, é o lado da força que retarda ou impede o anticristo e o armagedon. Essa força que impede o anticristo é a força reveladora, ela desvela aos olhos o que está oculto, essa é a força que desencobre a verdade “apocalíptica” (Peter Thiel joga com a palavra apocalipse que significa “revelação”). Trata-se da força da tecnologia sem freios, que deve superar as restrições ambientais à la Greta Thunberg ou tornar possível o uso irrestrito da internet sem regulações exteriores (por ex. estatais ou morais).
6.
Tecnologia sem freios que deve também relativizar a sobrevivência da raça humana e temperá-la com pós-humanismo.27 É a força de um governo dissidente e suficientemente forte, o qual rompe com o multilateralismo. É a força da inovação de ruptura ou de separação, com ares monopolizantes e de despeito pela ampla concorrência. E se nos fiarmos nas posturas de J. D. Vance citadas mais acima, também é a força de quem enxerga a mão de Deus na guerra que pode ser santa, e mais ainda, a força de quem julga ter autoridade moral de não se julgar opositor do Papa, mas sim de julgar o próprio Papa como um opositor (valendo lembrar que em hebraico “opositor” significa satã, bom nome para ilustrar o “contrarianismo” tão presente).
Em miúdos: para que a visão de Peter Thiel tenha efeito, é preciso acionar fatores suficientemente poderosos para que as pessoas se mobilizem. Se os eleitores da ultradireita trumpista e de suas sucursais são sensíveis às ditas pautas “dos costumes”, eis aí um terreno privilegiado, mesmo que em última instância tudo se costure com argumentos frágeis e contraditórios.
Afinal, trata-se de fazer com que as velhinhas do whatsapp associem Donald Trump a Cristo ou Cristo a uma liderança militar, do mesmo modo que se trata de reprovar moralmente os comportamentos miméticos enquanto se investe no maior instrumento manipulador de mímese já feito. Ou de acusar a “ditadura orwelliana” dos estados modernos ou estrangeiros enquanto se lucra bilhões com o maior instrumento de vigilância da história (aliás, financiado pelo Estado americano a empresários libertarianos).
Não à toa, a Palantir acaba de divulgar um manifesto sob a pena de Alex Karp. Todos os elementos ilustrados acima estão lá.29 A linguagem do manifesto não é a de uma empresa ciosa de sua estrutura organizacional, mas é essencialmente ético-política: trata-se de ativistas que pretendem moldar o mundo. Pois lá está a acusação de “decadência” das culturas “disfuncionais”, “regressivas” e “medíocres” (identificadas acima com o anticristo, e exemplificadas pelo “pluralismo”, por certos países estrangeiros, o papel do Estado e dos funcionários públicos), bem como o “dever moral” de defender a nação dos EUA. Dever moral que é o dos empresários bilionários – como Elon Musk –, que devem não apenas se interessar pelos lucros, mas pela “grande narrativa” modificadora do mundo.
7.
Na entrevista de Peter Thiel concedida a Ross Douthat,30 o entrevistador manifesta preocupação sobre a sobrevivência da humanidade diante desse admirável mundo novo, e se impressiona com o engasgo de Peter Thiel em responder sobre se a humanidade mereceria continuar existindo. Ele também se impressiona com outro engasgo: se o anticristo encarna as ações orwellianas contra a liberdade humana, não seria o dono da Palantir o próprio anticristo?
Qualquer que seja a resposta, há quem ignore como se configura o debate público contemporâneo, menospreze os atores recrutados e apenas reproduza os efeitos de superfície. E há quem arranje cidadania nos lugares remotos do mundo e construa bunkers por lá, investindo também naquilo que supostamente reprova: a eventualidade do “nenhum mundo”.31 Entre uns e outros – entre Donald Trump e o Papa, entre as Big Techs e o “anticristo” etc., ao menos uma coisa é clara: é o vazio do debate ético-político atual, preenchido com qualquer sono indigesto da razão.
*Marcio Luiz Miotto é professor de psicologia na Universidade Federal Fluminense (UFF).
Notas
- Após polêmica, embaixada do Irã publica vídeo de Jesus jogando Trump no inferno. CBN, 16/4/2026. https://cbn.globo.com/mundo/noticia/2026/04/16/apos-polemica-embaixada-do-ira-publica-video-de-jesus-jogando-trump-no-inferno.ghtml
- Imagem de Trump como Jesus Cristo e embate com o papa provocam reação até entre aliados e premiê da Itália. BBC News Brasil, 14/4/2026. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyddxeg82ko
- Por que a teoria da “guerra justa” está no centro do impasse entre Trump e o Papa. Portal G1, 19/4/2026. https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/19/por-que-a-teoria-da-guerra-justa-esta-no-centro-de-impasse-entre-trump-e-o-papa.ghtml
- Este é um mundo desagradável, diz Trump ao Papa Leão XIV. Portal UOL, 16/4/2026. https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2026/04/16/este-e-um-mundo-desagradavel-diz-trump-ao-papa-leao-xiv.htm
- Trump diz que imagem que o retrata como Jesus seria dele como médico. CNN Brasil, 13/4/2026. https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/trump-diz-que-imagem-que-o-retrata-como-jesus-seria-dele-como-medico/
- Trump chama Leão XIV de “fraco” e “péssimo” e Papa reage e diz que vai seguir firme contra a guerra. G1, 13/4/2026 https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/04/13/trump-chama-leao-xiv-de-fraco-e-pessimo-papa-reage-e-diz-que-vai-seguir-firme-contra-a-guerra.ghtml
- Vice de Trump, JD Vance diz que Papa Leão XIV deveria ter cuidado ao falar sobre questões de teologia G1, 15/4/2026 https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/15/vice-de-trump-jd-vance-diz-que-papa-leao-xiv-deveria-ter-cuidado-ao-falar-sobre-questoes-de-teologia.ghtml
- Vaticano intensifica suas críticas aos EUA e teme que o conflito seja retratado como uma guerra religiosa. IHU, 11/3/2026. https://www.ihu.unisinos.br/categorias/663284-o-vaticano-intensifica-suas-criticas-aos-eua-e-teme-que-o-conflito-seja-retratado-como-uma-guerra-religiosa
- DA EMPOLI, Giuliano.Os engenheiros do caos: como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições. Tradução de Arnaldo Bloch. São Paulo: Vestígio, 2019.
- J. D. Vance and Peter Thiel: what to know about the relationship between Trump’s VP pick and the billionaire. Forbes, 16/7/2024 https://www.forbes.com/sites/antoniopequenoiv/2024/07/16/jd-vance-and-peter-thiel-what-to-know-about-the-relationship-between-trumps-vp-pick-and-the-billionaire/
- Coeckelbergh, Mark. Enemies, Scapegoats and the Antichrist. Medium, 4/12/2025. https://coeckelbergh.medium.com/enemies-scapegoats-and-the-antichrist-2569ed834fdc
- A Time for Truth and Revelation. Finantial Times, https://www.ft.com/content/a46cb128-1f74-4621-ab0b-242a76583105
- A.I., Mars and Immortality: are we dreaming big enough? Interesting Times with Ross Douthat, 26/6/2025. youtube.com/watch?v=vV7YgnPUxcU
- Peter Thiel: Architect of dissidence. Documentário Youtube da Monocomy. https://m.youtube.com/watch?v=Oybz8lUdu9M
- Peter Thiel explains how an esoteric philosophy book shaped his worldview. Business Insider, 10/11/2014. https://www.businessinsider.com/peter-thiel-on-rene-girards-influence-2014-11
- Against Edenism. First Things, junho de 2015. https://archive.is/0X4RE
- Mimesis, Violence, and Facebook: Peter Thiel’s French Connection. Cyborgology, 13/08/2016. https://archive.is/pLvhf
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- Peter Thiel: Architect of dissidence. Documentário Youtube da Monocomy. https://m.youtube.com/watch?v=Oybz8lUdu9M
- THIEL, Peter; MASTERS, Blake. De zero a um: notas sobre startups ou como construir o futuro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014
- Competition is for losers. The Wall Street Journal, 12/09/2014. https://archive.is/2lGhX
- Alex Karp: tem dois mercados de IA, e só um deles funciona de verdade. StartSE, 7/4/2026. https://www.startse.com/artigos/tem-dois-mercados-de-ia-funciona-de-verdade/
- A Time for Truth and Revelation. Finantial Times, https://www.ft.com/content/a46cb128-1f74-4621-ab0b-242a76583105
- J. D. Vance and Peter Thiel: what to know about the relationship between Trump’s VP pick and the billionaire. Forbes, 16/7/2024. https://www.forbes.com/sites/antoniopequenoiv/2024/07/16/jd-vance-and-peter-thiel-what-to-know-about-the-relationship-between-trumps-vp-pick-and-the-billionaire/
- A.I., Mars and Immortality: are we dreaming big enough? Interesting Times with Ross Douthat, 26/6/2025. youtube.com/watch?v=vV7YgnPUxcU
- Peter Thiel: pregando o anticristo em Roma ou o fim do mundo, dependendo de quem o financia. IHU, 20/3/2026. archive.is/ieP9V
- A.I., Mars and Immortality: are we dreaming big enough? Interesting Times with Ross Douthat, 26/6/2025. youtube.com/watch?v=vV7YgnPUxcU
- “Críticos da IA são o Anticristo”: o que os bilionário Peter Thiel diz em suas palestras secretas. Estadão, 12/10/2025. archive.is/SDCLw
- A ideologia da Palantir explicada por Varoufakis. IHU, 23/4/2026. https://archive.is/qNK5i
- A.I., Mars and Immortality: are we dreaming big enough? Interesting Times with Ross Douthat, 26/6/2025. youtube.com/watch?v=vV7YgnPUxcU
- Peter Thiel and His Journey to New Zealand Residency & Citizenship. JHMarlinGlobal, 7/10/2024. archive.is/FFYQg
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