sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Quem são os 165 grupos paramilitares que atuam nos Estados Unidos



Eles se vestem com roupas de combate e carregam armas de uso militar. Dizem ser extremamente patrióticos e seus grupos têm nomes como Oath Keepers (Mantenedores do Juramento, em tradução livre), Three percenters (Os três porcento) e Posse Comitatus (Força do Condado, em tradução livre, e também o nome de uma lei americana que permite que um agente da lei recrute um civil para ajudá-lo a manter a ordem).

Os grupos também fazem patrulhas em seus estados e treinam operações relâmpago simuladas com munição real.

Mas eles não fazem parte das Forças Armadas ou das forças de segurança dos Estados Unidos, como pode parecer. Estes homens pertencem ao chamado "movimento patriota".

Entenda como suspensão de Del Nero pela Fifa pode implodir a CBF

Del Nero adota na CBF Árbitro de Vídeo no Brasileirão
A Fifa baniu Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, de todas atividades do futebol por 90 dias, com possibilidade de se estender por mais 45 dias. Comitê de Ética Independente da entidade anunciou a decisão nesta manhã de sexta-feira (14/12) após uma investigação que se arrasta desde 2015. Del Nero deixa a presidência da CBF e no seu lugar assume o paraense Antonio Carlos Nunes, o Coronel Nunes, vice-presidente mais velho da confederação nacional.

A mais mortífera campanha de bombardeamento da história

    por Ted Nace [*]

No momento em que o mundo observa com preocupação o crescimento de tensões e a retórica belicosa entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, um dos aspectos mais notáveis da situação é a ausência de qualquer reconhecimento público da razão subjacente para os temores norte-coreanos – ou, como foi chamado pela embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, o estado de paranóia" – nomeadamente a horrenda campanha de bombardeamento incendiário efectuada pela US Air Force durante a Guerra da Coreia e a mortandade sem precedentes que dela resultou. 

Bitcoin: a última farra do capitalismo rentista?

Bitcoin: a última farra do capitalismo rentista?

Almir Felitte / advogado

Se você tem acesso à internet, certamente já leu alguma notícia ou presenciou discussões acaloradas sobre Bitcoins. Nos últimos tempos, a moeda digital vem surpreendendo o mundo inteiro com uma valorização surreal, causando euforia e temor. Mas a verdade é que, independente do propósito para o qual as criptomoedas foram criadas, elas repetem um fenômeno já conhecido no sistema capitalista liberal em que vivemos. E suas consequências costumam ser desastrosas.

Dinheiro de patrocínio da JBS parou na conta pessoal de Gilmar, diz revista

   Foto: IDP


Jornal GGN - A revista Veja promete uma reportagem, na edição deste final de semana, sobre as "relações perigosas" de Gilmar Mendes e Joesley Batista. De acordo com publicação no portal, o ministro do Supremo Tribunal Federal teria trocado favores com o sócio da JBS. Além disso, parte do dinheiro que a empresa repassou ao IDP como forma de patrocínio teria ido parar em conta pessoal de Gilmar.

Turma de Dallagnol furou depoimento com Duran na Espanha



Jornal GGN - Os procuradores de Curitiba não quiseram ir à Espanha participar do depoimento de Rodrigo Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht e réu na Lava Jato. A informação foi revelada por Duran aos advogados do ex-presidente Lula no último dia 12.

Em nota à imprensa, a defesa de Lula diz que Sergio Moro autorizou a oitiva de Duran na Espanha, requerida pelo Ministério Público Federal, tendo inclusive inserido o endereço do ex-advogado da Odebrecht.

Quem matou JK?



Em outubro de 2013, publiquei texto com o título acima. Nele, escrevi:

"Motorista envolvido em acidente de JK diz que recebeu oferta para assumir a culpa. O motorista do ônibus envolvido no acidente que matou o presidente Juscelino Kubitschek, em agosto de 1976, disse em depoimento à Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo nesta terça-feira (1º) que recebeu oferta com uma mala de dinheiro para que assumisse na época a culpa da tragédia.

A verdade sobre o assassinato de JK, por Luis Nassif



Em meados do ano passado, um grupo de professores da Faculdade de Direito do Largo São Francisco e de historiadores da USP decidiu investigar as circunstâncias da morte de Juscelino Kubitscheck. Resultou do trabalho um volume alentado com um conjunto significativo de indícios apontando para o assassinato.

Presidida por Pedro Dallari, a Comissão da Verdade ignorou os estudos. Agora a Comissão da Verdade de Minas Gerais se junta à Comissão da Verdade de São Paulo endossando a tese do assassinato.