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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

FASCISMO BOLSONARISTA FAZ VÍTIMA FATAL NA BAHIA


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O mestre de capoeira conhecido como Moa do Katende foi morto com 12 facadas nas costas na madrugada desta segunda-feira (8), em um bar em Salvador, após dizer que tinha votado em Fernando Haddad (PT) para a presidência da República; o autor do crime, que teria começado a discussão, manifestou aos gritos seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL), de acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia

Bahia 247 - O mestre de capoeira conhecido como Moa do Katende foi morto com 12 facadas nas costas na madrugada desta segunda-feira (8), em um bar em Salvador, após dizer que tinha votado em Fernando Haddad (PT) para a presidência da República.

O autor do crime, que teria começado a discussão, manifestou aos gritos seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL), de acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA).

Katende estava em um bar no bairro Engenho Velho de Brotas por volta das 2h40 desta segunda-feira. A SPP-BA informou que o suspeito chegou ao local gritando o nome de Bolsoraro. A analisar o corpo da vítima, a perícia constatou que foram desferidas 12 facadas na região das costas.

A vice na chapa presidencial do PT, Manuela D'Ávila (PCdoB), lamentou o episódio. "O quadro da intolerância e do ódio: Mestre Moa foi morto em Salvador com 12 facadas por um declarado eleitor de Bolsonaro. Foi morto pq pensava diferente de quem o assassinou. Era defensor da cultura e dos negros e negras e lutava por qualidade de vida para quem mais precisava", disse ela no Twitter.

Amigos e parentes também lamentaram a morte. Um dos posts afirma que "guerrido defensor da cultura e do povo negro, sempre a frente pela qualidade de vida da população mais pobre e desfavorecida fará muita falta". "Meus sentimentos à família desse grande Baluarte da Capoeira! Adeus, Mestre Moa Do Katende! A Capoeira está de luto!!", escreveu outra pessoa.

Conhecido por posições extremistas, Bolsonaro defende a Ditadura Militar (1964-1985), a pena de morte e o porte de armas para a população.

No dia 1 de setembro deste ano, o presidenciável também simulou "fuzilar" a "petralhada" do Acre.

O quadro da intolerância e do ódio: Mestre Moa foi morto em Salvador com 12 facadas por um declarado eleitor de Bolsonaro. Foi morto pq pensava diferente de quem o assassinou. Era defensor da cultura e dos negros e negras e lutava por qualidade de vida para quem mais precisava.

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